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Update

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 Continuo a ser a “tolinha” do chá. Bebo 2 tipos de chá no escritório. Quando fomos à Alemanha celebrar os 40 do m-R, trouxe chá de “souvenir”. Adora a caixa de 90 daquelas da Tetly, que volta e meia aparece no Lidl - ja vou a meio da segunda caixa... Uma melheri esforça-se para beber 1,5 L de água, diariamente… e o chá é um bom companhiero.

m-M: a pseudo analista economicó-turistica

 Digam-me a verdade: está tudo ryco, menos eu? É que só vejo pessoal a viajar para o Japão. Viagens longas, várias paragens, muitas visitas pagas e compras. Sei, por pesquisas do m-R que são viagens caras prá xuxu… E eu aqui na luta de pagar contas, poupar, gerir o calendário e tentar fazer férias interessantes na Europa… Não, não é inbeija. É mesmo curiosidade. Espero que este pessoal todo não se esteja a meter em créditos pessoais… porque a vida vai dar uma volta para pior.

Das amizades

 Defendo, sempre defendi, que a Amizade é uma forma de Amor . - e já o disse aqui, com este "termo", faz anos. Não sou uma borboleta social, conto os amigos dignos desse nome pelos dedos das duas mãos. E o melhor? É saber que tenho Amizade-Amor espalhada pelo Mundo. Todas as estas pessoas são diferentes. Todas acrescentam à vida. Todas estas pessoas fazem valer a pena. Cada um, à sua maneira, me faz sorrir, me aquece o coração, me faz dar gargalhadas; partilham comigo vida, lembranças, momentos de m€rda e coisas chatas do adulting . m-M de 18 anos, ouve lá: cada pessoa chega por um motivo, cada pessoa fica o tempo que é necessário. Não vale a pena sentir dor por quem teve a sua fase e foi Ser, para outras paragens. Porque quando as almas que se reconhecem ? Deixam as melhores memórias/marcas/ pedaços na nossa alma.

Alegrias de leitora #5

Quase 12 livros lidos em 3 meses . Uma desistência porque a impressão é em letra pequena e os meus olhos já não aguentam… 😅 E tudo lido com calma, houve mesmo um que demoroooou… E em breve, lá vou eu para o meu 1.º Grisham do ano. E sim, tenho continuado o desafio da poupança ! (Neste momento já poupei o suficiente para comprar um livro inteirinho! Ihihih)

Senti-me "representada"

 Esta semana vi várias pessoas com "regueifinhas" a treinar no ginásio. I am not alone! 😜

Dentro da minha cabeça

O que fazer com uma cabeça que me passa a perna? E fico com a certeza: chegou a sazonalidade do meu “ desequilíbrio químico ”. Faço planos para o meu bem-estar. E depois a minha cabeça convence-me a re-priorizar tudo. Lá se vai o exercício em casa , ou a leitura antes de dormir . Importante é limpar o chão. Tratar da roupa da casa. Dos gatos. Das compras de mercearia da semana. Adiantar o pequeno-almoço de amanhã. Quando é que eu consigo dar a volta à minha cabeça? Que até o duche deixa para o fim? Batamos palmas, esta semana bebi 1.5L de água todos os dias , e fiz refeições mais “bem comportadas”.

Não ter que lutar

 Não ter que lutar contra mim mesma, para sobreviver, é uma das maiores vitórias de fazer psicoterapia e ter apoio psiquiátrico, desde o meu burnout. Já não passo os dias a obrigar-me a fazer “algo” (sair de casa, ir ao ginásio, comprar coisas… etc.) para me enquadrar, ou na esperança de me sentir melhor. Ou ser melhor. Sei que não estou curada porque, por exemplo, voltei a uma fase em que me sinto “abaixo da média” em termos de energia e de alegria de viver. Tenho que me trabalhar para não dizer coisas más a mim mesma, sobre o meu peso, o meu corpo, a minha deficiência. Foco-me nas coisas boas: no meu m-R, nos minhaus, nos livros, nos amigos. Nos dias que estão mais longos, no Sol que vai regressando. E, acima de tudo, fico feliz por já não ter que lutar contra mim, e não ter pensamentos negros.

Mudança de estação

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 Um dia ainda vou perceber porquê que nas mudanças de estação me “dá” para ouvir Bossa Nova…

Alegrias de leitora #4

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 E no mês de março, li o meu primeiro livro "5 estrelas" do ano: Super-recomendo. Uma "odisseia" familiar, com altos e baixos, sem grandes pontas soltas deixadas para trás, mesmo acompanhando uma família por mais de 50 anos. Deixou-me com o coração quentinho - e admito até que, para o fim, protelei a leitura, para não ter que me despedir dos personagens tão cedo.

Não conseguimos escolher…

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Temos que marcar férias - o calendário do m-R comanda. Problema… não conseguimos escolher destinos. Espanha faz parte… mas que cidade??? Queremos voltar a Évora, por exemplo… Eu gostava de ir a Florença, mas m-R não liga. Já fomos à Alemanha este ano… Viagens mais longas que 5h é complicado… Quais são os destinos em que estão a pensar? O que me recomendam?

Ódios de leitora #4

Ver avaliações a livros por pessoas que conheço (com quem estudei e a quem recolhe o inteligência) muito ofendidas com erros e gralhas em traduções - de livros de não ficção.. Mas depois lêem leitores da moda e livros em voga e não dizem nada sobre os roteiros vagos, as estórias repetidas/“copiadas” ou a construção frásica (chamemos-lhe) “manhosa” de traduções de livros de young-adult.

Eu sem ti… 🎶

 Quem seria eu sem os meus gatos? Sem o Snape, meu companheirão, gato da minha vida, respirar do meu respirar? Motor ronronante e resmungão, muitos dias razão do meu viver. Pêto que nunca é void. Sem o Freddie, gato-humano, com humores, e medos, e sentimentos. Lindo como só ele. O gato que me faz parar do nada, a passar no corredor, e me faz derreter de tanta fofura. E fazer festinhas e miminhos e falar com voz de bebé. Sem o Kiwi, sobrinho-gato, bola de energia, “gato de revista”. Com o miar mais fino, a paixão por água e pelo m-R. O gato que não me arrependo de ter trazido para casa, num segundo. De pelo sedoso, que faz companhia, que ronrona inesperadamente. Podia ser muita coisa, mas sei que sou mais completa com os meus bixanos.

Traumas geracionais

 Muito se fala nas internets de fazer terapia para “quebrar traumas geracionais”. O que não contam é que podemos trabalhar em nós, perceber os padrões, fazer a nossa parte, mas se os traumas são causados por externos, também dependerá deles poder comunicar e ultrapassar. Ninguém fala, nas internets, de quando isso não é possível. A revolta que fica, a frustração. A sensação de “trabalho vazio”. Ficarei para sempre a perguntar-me se poderia ter sido diferente. Se eu e a minha irmã tivéssemos podido trabalhar juntas, se conseguiríamos resultados diferentes com os nossos pais. Trabalhar e viver sozinha, na luta… é uma merda.

Arte #1

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Direito de preferência

 Tenho vários livros que gostaria de vender, por valores simbólicos. Alguns recentes, da “moda”. Que li o ano passado, que já fizeram o seu “trabalho” na minha casa, e que agora procuram casa nova. Teriam interesse em que partilhasse aqui? (Não vendo na Vinted, dado todas as polémicas e falcatruas que por lá andam)

Que continue a ser um filme

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 Uma destas noites adormeci a ver um filme que adoro: “V for Vendetta”. Que me lembra que o povo tem poder, que, “no escuro há mentes brilhantes”, que o passado volta sempre para nos assombrar. Hugo Weaving é magistral - como sempre. A minha Londres é magnética, mesmo distópica. Adormeci a pensar que o passado se aproxima a passos largos. Mas sempre crente do poder dos membros da Resistência.

O estranho Mundo do LinkedIn

 Não vou falar sobre o pessoal que faz formações à velocidade da Luz, nem à loucura da IA. Isso já é batido e não é novo para ninguém. Vou falar de um nicho: o pessoal que (agora) quando anuncia um "novo desafio" ou uma "nova posição" cita... o Cardeal Tolentino de Mendonça. Já li muita coisa... mas, numa semana foram 3 pessoas diferentes, sem relação, de sectores diferentes... a citar o Cardeal. Relativamente a um emprego novo? O que é que me está a falhar aqui?

Há coisas que não mudam

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7 anos. Faz 7 anos que decidi começar a vender a roupa cá de casa (há minha, há do m-R, há da minha mãe e de Sogrinha, tudo para todos os gostos) na Micolet. Pelo que diz o site, em 7 anos vendi mais de 250 peças e ganhei mais de 370€. Mas, para mim tem mais a ver do que com o dinheiro: aprendi também a comprar em 2ª mão, finalmente permiti-me ter "coisas de marca", em 2ª mão, ao preço do que agora vemos as marcas de shopping pedir por peças novas. Tem sido onde encontro calçado para o meu pé de princesa. E onde descobri a minha marca de roupa favorita: a Unqlo. Este mês entraram aqui peças novas - foi o meu 9º envio em tantos ano. Passem por lá e espreitem.

Sonhei com o Prince

Quem me segue há mais tempo sabe o carinho e a ligação que eu tenho o fantástico Prince. Pois que uma destas noites sonhei com ele. (Tudo muito propper, suas mentes depravadas!) Sonhei que fazia parte da família do próprio do Prince. E que passámos a noite de Natal todos juntos (a família do sonho era grande). Ao longo da noite "passeávamos" de sala para sala, enquanto o Prince nos contava em quem se tinha inspirado para escrever "x" música. Tudo enquanto agradecia a cada um de nós, pelo carinho que levou à inspiração. A cada sala que passávamos ele ia envelhecendo... e para o final do praticamente já só nos sorria. Mas é isso mesmo que guardo do sonho, o seu sorriso, a sua calma. O quanto todos o ouviámos e para nós, o Natal foi isso: estar lá, ouvir histórias e sentir gratidão. Um total oposto do Natal que vivo, faz mais de 3 anos. Mas deve ser para isso que servem os sonhos, não?

O trabalho presencial dá alegria e faz rejuvenescer

 Volta e meia olho à minha volta e penso: “já estou na parte dos “mais velhos”, no escritório. E depois… dou por mim a ensinar pessoal (mais novo do que eu) a usar o microondas ou a tirar descafeínados. Vai-se a ver e os últimos 20 anos não aconteceram. Isso ou os cuidados de pele são do caraças!