Eu e o m-R somos o exemplo. Especialmente desde o meu burn-out, diagnóstico e medicação. Aprendi á força da bala que o melhor caminho para ser compreendida é dizer o que se passa, o que sinto, o que consigo ou não, de que preciso. Ele ajuda e aceita - se satisfeito ou não, "afetado" ou não, não sei, mas é o melhor companheiro que o Universo me podia ter oferecido. Agora (faz quase 3 anos, mas tem sido um processo) tenho implementado o mesmo na minha relação com o H. Comunico com ele, trato-o como adulto que ele é. Converso, explico, partilho, informo. Como Madrinha, como Ser humano, com m-M. E ele, tem respondido, especialmente desde que começou a namorar com a S. (que miúda espetacular!) E esta Páscoa... caraças... fez-me amá-lo ainda mais (tal não é possível, mas é para perceberem): deu-me 3 presentes: um de brincadeira, um que tinha na lista e um feito à mão por ele, com base em algo que nos une desde que ele tinha 4 anos. Comunicar para melhor amar ou saber amar não é s...