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"A" receita de mousse de chocolate

Partilho convosco a famosa mousse de chocolate que voltou a aparecer à nossa mesa. (como diz a minha querida Gabrieeelaaaa - para memória futura) 1 tablete de 200 g de chocolate 70% 5 ovos 2 colheres de sopa de margarina  3 colheres de sopa, mal cheias, de açúcar 1 colher de chá de café em pó 1 colher de café de sal    Bater as gemas com o açúcar; bater as claras em castelo; derreter o chocolate (em pedaços) com a margarina - eu faço no micro-ondas, em intervalos de 30 segundos. Juntar o chocolate derretido, arrefecido, aos ovos, assim como o café e o sal, bater lentamente com colher de pau, até tudo estar incorporado. Juntar as claras, envolvendo as claras, sem bater, nem aplicar força. Enjoy!

Desafio para 2026

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Não, não é desses desafios "motivadores", que não tenho paciência para isso. Mas vi um desafio muito giro nas internets e vou replicar para mim: Vou juntar €2 por cada livro lido, €4 se o livro tiver mais de 500 páginas.   A ideia é usar o dinheiro acumulado no final de 2025 para comprar... mais livros  Já conto com €3,5 - terminei o livro que estava a ler na última semana de 2025; já li mais um, e vou quase a meio do 2.º de 2026. (Parecendo que não, em 2025 teria juntado mais de €55, o que daria para uns 4 livros novos, ou mais em 2ª mão!)

E o concerto “a solo” de 2025?

Foi o do Tiago Bettencourt. Na zona de mobilidade, com boa visibilidade e sem dramas - parabéns à equipa do Campo Pequeno.   Foi bom matar saudades de um cantor que "me canta" bem. Lembrei-me muito da noite de dezembro de 2010. Mas ambos amadurecemos. O Tiago está rockeiro, autor com referências e frases bonitas. Eu, venci a vontade de não sair de casa. Tomei um duche, vesti uma saia e fui bailar as melodias. Enquanto esperei pelas tais que me ressoam por dentro (nuns casos tive sorte, noutros não).   Obrigado Tiago por me acompanhares sempre na pontinha de hedonismo que ainda persiste.

Wrap up da leitora 2025

30 livros lidos. 1 desistência, porque perdi o livro - sim, isso aconteceu-me!!!   Acho que ainda não tenho um favorito... tive partes de favoritos. Tive boas surpresas. Tive momentos "ok, foi isto". Li 5 livros em inglês, 3 audiobooks. Continuo com uns 50 livros na estante dos "por ler". Tenho ali uns 7 livros para ler, alguns recentes e famosos - alguém está interessado? Para 2026, peço "só" que seja, pelo menos um ano parecido.

Yule

Segundo as "más-línguas", deveria ter nascido hoje, faz 40 anos.   No dia mais curto do ano, no solstício.   Gosto de celebrar este dia, não por mim, mas porque significa que, a partir daqui, há mais horas de sol, porque vem aí o Natal, todo um ano novo bate à porta. Faço a "sopa especial", faço as asinhas com paprika na air-fryer, faço o vinho quente caseiro. Acendo velas.   E, nem sempre, mas às vezes, penso no quão diferente poderia ter sido a minha vida se eu não tivesse nascido prematura - e como consequência, com uma deficiência. Faz muito tempo que deixei de desejar ter nascido a "tempo" e "normal", afinal de contas, só conheço a vida "assim". Mas Yule é isto, é sonhar. É ter pequenas tradições no meio de dias "normais".

Pequenas (grandes) decisões

Deixei de seguir, nas redes, 80% das marcas que seguia. A minha é marca local/portuguesa favorita fechou.   Assim, ainda mais, quando preciso, procuro em 2.ª mão. E só se não encontro é que me meto num shopping.   Parecendo que não, há muito menos impulsos e tentações.

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Paixões de pós-adolescente

Comédia stand-up. Adoro, desde muito nova. Afinal de contas sou da geração do "Levanta-te e Ri". Tenho os meus favoritos, e, quando morava sozinha no Porto, juntamente com um amigo, víamos pelo menos um espectáculo por mês, ao ponto de sermos conhecidos no circuíto do Norte.   E este mês vou poder regressar, ver um dos meu OGs, em Lisboa, com o m-R. Estou tão contente de ainda ter momentos de viver paixões boas, que são quasi-eternas!

Monotonia

Quem diz que a monotonia tá conta de uma relação... Só vos digo: ao fim de uns 9 (?) anos, com a chegada do outono - e o cansaço das ultimas loucuras familiares - retomamos os sábados de prato de conforto (cozinhado por mim), um bom vinho a 2, e um filme (ou da infância, ou nunca antes visto).   Quase como uma pandemia (mas das boas) a dois.

Pensamentos no ginásio

Olhar à minha volta... Ver o ginásio movimentado às 8h. E ver que é tudo: pessoal a treinar na sua; pessoal a treinar em casal; pessoal a treinar com os amigos.   Todos no seu mundo, sem confusões, sem conversas, com espaço para todos.   Vivam os ginásios sem aulas de grupo "da moda", vivam os ginásios de bairro.

Sorte grande

Olha lá Já se passaram alguns anos Nem sequer vinhas nos meus planos Saíste me a sorte grande! E eu cá vou Gozando os louros deste achado Contigo de braço dado Pra todo lado.   Sorte grande. De coração. De tamanho. Sorte de passarem décadas, e eu ver o homem feito, com os olhos e o sorriso de 12 anos, brilho verdadeiro. Mesmo com nuvens e chuva dentro deles.   Agora temos mais ruas que conhecem os nossos passos juntos. O teu abraço é porto-seguro; e espero que o meu te seja também, mesmo em fase de mudanças.   És ouro, qual azeite virgem (PORTUGUÊS) da mais alta qualidade. És bom, por dentro e por fora. És dos melhores homens que existem. E não estás sozinho. Posso ser a voz chata da racionalização, mas também a voz chata que te lembra todos os dias, que és humano dos bons, que és amor e carinho, que terás sempre beijinhos e abracinhos.   Este ano brindámos juntos, e com ginjinha, meu EVO. Venham os próximos 26 anos.

Sei que vos prometi

Uma review da viagem surpresa. Mas ainda estou a processar tudo.   Fomos a Varsóvia, uma das cidades que estava na minha lista de "to-see". E é uma cidade interessante, com muitos ângulos. Muita história e museus - tal e qual como eu gosto - tudo num ambiente pouco turístico, mas cheio de vida, como uma capital é.   Foi realmente uma viagem surpresa. O facto de ter sido surpresa até chegar à porta do avião. Os passeios pensados, o espaço para parar "aqui, porque afinal tem algo giro". Os planos culturais, e o viver como os locais.   Acima de tudo, foi a pausa mental perfeita para entrar na nova década. Para celebrar calmamente. Para começar a digerir o "ter a mesma idade que a minha irmã". Foi maravilhoso ver que o 09/09 também é motivo de lembrança dos que mais me querem. E a todos agradeci as palavras "quentinhas". Prometo vir contar mais, à medida que for processando. O que gostariam de conhecer melhor? Museus Zonas da cidade Igrejas Passeios ...

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1998

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Pode parecer de loucos, mas penso muito neste ano, do nada.   Tinha 13 anos, adorava música, passava as tardes de sábado a ver o top+. Foi também por essa altura que me comecei a "entender" com o inglês, descobri o quanto adorava a cultura da Grã-Bertanha, como compreendia o humor e via os países como "meta de evolução".   No meio de tudo na vida tinha mais cor, mais som, mais energia, mais sonhos.   Lembro-me de ser o ano do "escândalo" do George Michael na casa de banho... e de como dei por mim a tentar explicar a colegas que sim, o homem tinha dinheiro para se ir divertir para sítios melhores; mas que o que ele fazia nos tempos livres era com ele, desde que se protegesse e toda a gente que participasse quisesse - entre risos e piscadelas de adolescentes.   Foi o meu ano dos flare-jeans e dos crop-tops - e dos óculos de sol coloridos, e das pulseiras largas... Mesmo que estejam a voltar, no "ciclo da moda"... já dei para esse peditório!  

Introspeção

Quando conduzo tenho grandes momentos de introspeção. Enquanto oiço a minha playlist. Sim, 15% são músicas dos Queen, 10% George Michael, 10% Tiago Bettencourt e 7% Robbie Williams, empatado com Whitney Houston e Lúcia Moniz. Um destes dias o modo aleatório colocou estas duas músicas seguidas - são do mesmo artista, mas de álbuns diferentes: Lembro-me do dia em que vi o primeiro clipe a primeira vez, como sei lá como, do alto dos meus 13 anos, vi tristeza nos olhos deste homem. E a memória de ouvir a segunda música é das mais bonitas da minha vida: tinha acabado de aterrar em Londres, para a minha primeira viagem fora de Portugal; era 2ª feira e a música estava a ser lançada. E eu ouvi tudo: alegria, sarcasmo, raiva, cansaço. Para mim será sempre a música do pico de energia, de se ser capaz de conquistar o mundo - com tudo o que isso implica. Mas acima de tudo, representam-me, nas suas palavras: Life's too short to be afraid (you think that I'm strong) Take a pill to numb the p...

Da infância

Faz hoje 22 anos que entrei para a faculdade. O meu curso era na rua paralela à casa do meu Avô-anjo. E se houve alguém feliz com essa minha conquista, foi ele.   Pena que faleceu 2 meses depois... E ultimamente tenho pensado muito nele. Nas saudades que tenho dele. O meu "único" avô, por circunstâncias dos adultos. Ele foi o elemento etéreo, feliz, sonhador da minha infância. Ele foi o meu Peter Pan, o meu maior fã.   É nele que penso quando penso na m-M pequenina. Nos sonhos, nas brincadeiras, nas aprendizagens. O bom? É que consigo ver o sorriso dele na minha mente, e o lugar dele à mesa também. E sei que isto é Amor. Sem tempo, ou datas.

40 anos

(Este texto foi escrito antecipadamente)   Escrevo-vos sem saber onde estou. Presente da quarta década da minha vida. E sobre os detalhes, falarei depois.   Hoje escrevo sobre como, a partir de hoje tenho a idade que a minha irmã terá para sempre. Desde o dia em que ela se foi que penso neste dia. No tudo que daria para ela aqui estar, para ainda ser saudável e me fazer um bolo único, como só ela. Que não estaria a viajar pelo mundo, estaria em casa, com ela, o meu H., os meus pais porque as datas grandes celebram-se juntos, em casa. Talvez, por isso, tenha feito este pedido, para não estar em casa. Foi a penúltima vez que vi a minha irmã: em casa, a celebrar os seus 40 anos. Foi um dia feliz, ela teve energia e humor como não tinha faz muito. E eu não quero manchar essa memória. (Casa, agora, é para celebrar os aniversários dos meus pais e do H.)   A minha casa de todos os dias agora é o m-R. E onde estivermos.   Mas, não deixo de pensar: "para quê cheguei aqui?". Porque sob...

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E então, como é que celebraram?

Admito que esta nunca tinha feito.   Celebramos os 13 anos de namoro a fazer... jardinagem. Aproveitámos que está este tempo de ananases e que notámos que algumas das minhas plantas estavam na mudança de estação - mais cedo, devido ao calor - e depois do nosso jantar a dois, em casa, deitámos mãos à obra e tratamos dos vasos da minha prateleira. Tenho agora uma vaso lindão na sala, de 3 plantas que cresceram maravilhosamente e passaram para a sala. A minha orquídea este anos secou em julho... então já a tratamos e refrescamos e pode ser que ainda floresça uma 2ª vez, este ano. A minha roseira cresce prá xuxu mas não dá flor... O meu lírio da Paz deu uma flor linda! Mas a minha Monstera não "ata nem desata"... A ver vamos se, quando as temperaturas baixarem, as minhas meninas arrebitam.

Fui ver uma das minhas inspirações

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Eu digo sempre a brincar, que, se pudesse, seria alta, loira e dinamarquesa. Mas, na verdade, a minha "ídola", está mais perto da minha estatura: é a Kylie Minogue. Tem mais 4 centrímetros do que eu, tem quase mais 20 anos. Mas é linda, empâtica, lutadora, com uma história rica de luta e mudanças. A mim? "Só" me falta o dinheiro e o corpo jeitoso. No inverno, mal soube que vinha cá este ano fui procurar bilhetes - os mais baratos possível, e lá fui eu e o m-R (que é metaleiro, mas adora as divas da pop dos anos 2000). Foram 2 horas de música, dança, pessoas de todo o mundo, muito calor e muito bom ambiente. A Kylie esteve bem, aflita com o calor, mas bem. Atenta, humana, muito conectada com a equipa, foi bonito de ver.