Já não é a 1ª vez que falo por aqui de ter epilepsia, ou melhor, de viver com epilepsia. Nunca o desenvolvi muito, primeiro porque durante anos o vi como uma fraqueza, depois porque a aceitei na minha vida, e chego-me a esquecer dela. Já lá vão 11 anos diagnosticada, 17 desde a 1ª crise - que nem sabia o que era. E partilho agora, mais abertamente o meu caso (porque cada pessoa vive e sente a epilepsia de forma diferente...) graças ao Pedro . Há cerca de um mês ele partilhou o caso dele e pediu, corajosamente, que quem tivesse à vontade, partilhasse com ele a sua vivência. Plim ! Apareci eu, porque em tantos anos, nunca tinha visto este tipo de abertura, esta vontade de conhecer. Nas últimas semanas, temos vindo a conversar sobre escrever sobre os nossos tipos de epilepsia: eu tenho epilepsia de ausência, ele tem convulsiva. Para quê? Para partilhar/ ajudar/ ensinar a lidar. Porquê? Ora, porque se há textos, por esses blogues fora, cheios de dicas, para tudo e para nada... porque n...