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Viver através dos outros

Tento não fazer muito isso. Mas há um tema em que o faço: turismo/viagens. Gosto de seguir as viagens de certas pessoas que sigo nas redes. Com isto tudo... percebi: Sítios onde não tenciono ir (por motivos políticos) mas que me levantam curiosidade); sítios que são caros e que pedem viagens longas, experiências gastronómicas famosas; idas a operas…. Certos museus. Então, visito esses locais, através da vida dos outros. Nossos dias penso: abençoado quem inventou a internet!

Perspectivas

 Com o passar dos anos, confesso que uso o Instagram para “desligar o cérebro”, depois do jantar. Vejo reels, rio-me, um pedaço, envio alguns a amigos, et voilá. Mas nestas ultimas semanas, o Instagram tem sido malandro, ou amigo… depende da perspetiva. Tem-me mostrado reels que são a cara da relação com a minha irmã. As nossas piadas, lembranças de programas que víamos e canções da adolescência. E continuo a pensar nela. Fico triste que ela não esteja simplesmente do outro lado de um telefone, para receber e se rir também. E depois penso: ao menos o meu algoritmo mostra-me coisas giras e lembra-se dela também. (E acabo a enviar ao m-R e a contar a “história” associada).

m-M: a pseudo analista economicó-turistica

 Digam-me a verdade: está tudo ryco, menos eu? É que só vejo pessoal a viajar para o Japão. Viagens longas, várias paragens, muitas visitas pagas e compras. Sei, por pesquisas do m-R que são viagens caras prá xuxu… E eu aqui na luta de pagar contas, poupar, gerir o calendário e tentar fazer férias interessantes na Europa… Não, não é inbeija. É mesmo curiosidade. Espero que este pessoal todo não se esteja a meter em créditos pessoais… porque a vida vai dar uma volta para pior.

Arte #2

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O estranho Mundo do LinkedIn

 Não vou falar sobre o pessoal que faz formações à velocidade da Luz, nem à loucura da IA. Isso já é batido e não é novo para ninguém. Vou falar de um nicho: o pessoal que (agora) quando anuncia um "novo desafio" ou uma "nova posição" cita... o Cardeal Tolentino de Mendonça. Já li muita coisa... mas, numa semana foram 3 pessoas diferentes, sem relação, de sectores diferentes... a citar o Cardeal. Relativamente a um emprego novo? O que é que me está a falhar aqui?

Há coisas que não mudam

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7 anos. Faz 7 anos que decidi começar a vender a roupa cá de casa (há minha, há do m-R, há da minha mãe e de Sogrinha, tudo para todos os gostos) na Micolet. Pelo que diz o site, em 7 anos vendi mais de 250 peças e ganhei mais de 370€. Mas, para mim tem mais a ver do que com o dinheiro: aprendi também a comprar em 2ª mão, finalmente permiti-me ter "coisas de marca", em 2ª mão, ao preço do que agora vemos as marcas de shopping pedir por peças novas. Tem sido onde encontro calçado para o meu pé de princesa. E onde descobri a minha marca de roupa favorita: a Unqlo. Este mês entraram aqui peças novas - foi o meu 9º envio em tantos ano. Passem por lá e espreitem.

Top países para comer bem, segundo: eu

“Toda a gente”, pelas internets, fala de Itália e da sua comida tão boa que é "pecaminosa". Eu não liguei. Passei por Milão , Como e Bellagio em 2017 e 2024. Pizza e sandes ok. Massa, boa. Espanha , República Checa e Polónia sim são surpresas.  Espanha é mais do que tapas , sim? O cozido madrilenho é qualquer coisa, especialmente quando está frio. Praga é mais do que cerveja (que eu nem bebo disso). As sopas e os estufados... Polónia tem da melhor pastelaria que já comi! O melhor bolo de aniversário foi comido lá. Reino Unido é muito melhor do que a pintam. Vivam os yorkies , os cogumelos grelhados, as pies salgadas… Alemanha tem pratos bons, mas pesados. Tem uma ótima cultura de comida para comer “on the go”.  Brezes/ bretzles I miss you!!! Suíça… não consegui perceber. França o mesmo. (Não senti que tivesse grande orgulho gastrnómico) Bruxelas é interessante, mas cuidado com a tendência para o doce, mesmo em pratos principais/salgados.  Almôndegas à la Liege...

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Desafio para 2026

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Não, não é desses desafios "motivadores", que não tenho paciência para isso. Mas vi um desafio muito giro nas internets e vou replicar para mim: Vou juntar €2 por cada livro lido, €4 se o livro tiver mais de 500 páginas.   A ideia é usar o dinheiro acumulado no final de 2025 para comprar... mais livros  Já conto com €3,5 - terminei o livro que estava a ler na última semana de 2025; já li mais um, e vou quase a meio do 2.º de 2026. (Parecendo que não, em 2025 teria juntado mais de €55, o que daria para uns 4 livros novos, ou mais em 2ª mão!)

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Pequenas (grandes) decisões

Deixei de seguir, nas redes, 80% das marcas que seguia. A minha é marca local/portuguesa favorita fechou.   Assim, ainda mais, quando preciso, procuro em 2.ª mão. E só se não encontro é que me meto num shopping.   Parecendo que não, há muito menos impulsos e tentações.

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Relações parassociais nas redes

Trabalho com redes sociais desde 2010. Fiz parte das "fases" todas, ainda me lembro de se acreditar que as redes serviam para aproximar pessoas, garantidamente.   Tenho pessoas do coração que conheci através dos blogs - sim, os blogs também são uma rede social. Mas, há uma coisa que nunca percebi - e acho que foi algo que não vivi, nestes anos todos: ser uma micro-influencer super dedicada à vida dos grandes influencers.  Seguir-lhes os passos, comentar os acontecimentos todos, "celebrar" a vida deles.   A isso chama-se relação parassocial: do ponto de vista do influencer mais "pequeno" a sua dedicação e sentimento faz diferença na vida do grande influencer. Do ponto de vista do grande influencer: és só mais um, ajudas no alcance, fazes sorrir durante 2 segundos, e "'bora para a frente, que atrás vem gente".   Por isso, sim, segue quem gostas, fica contente, sorri. Mas não penses que porque fazes stories ou comentas imenso ou partilhas o cont...

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Sinais de quarentonice

O meu separador no computador do trabalho "tem a rádio sintonizada" na M80.

Conhecem a palavra Diplomacia?

É um dos trabalhos do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Representar-nos diplomaticamente, perante outros países, no bem de todos, na igualdade e proteção.   Não é o que Paulo Rangel está a fazer. E muito menos o Prof. Doutor Marcelo. As declarações do último então e do querridérrimo Primeiro Ministro são inadmissíveis a este nível de representação nacional.   Se fossem os amigos a terem ido com velinhas, pão e água evangelizar o povo de Gaza já se estava a ver outro tipo de abordagem cheia de energia.   Uma deputada nacional está envolvida e tudo o que vejo é minimização da própria e da finalidade (total) da flotilha.   Uma vergonha.  

Ai jornalismo...

A minha licenciatura é em Jornalismo e Ciências de Comunicação - embora me tenha apaixonado pela segunda parte, e nunca me tenha considerado jornalista, per sei. Mas se há coisa que 2 anos de "tronco comum" me ensinara foi a reconhecer bom trabalho: bons repórteres, boas perguntas, saber ser e saber estar, profissionalmente, com o objetivo principal de informar.   As conferências de ontem foram vergonhosas, por parte dos profissionais. Tanto o Presidente da Câmara (de quem não sou fã) e os profissionais de Saúde e Proteção Civil estiveram a bom nível comunicacional, rápidos, claros e empáticos, o suficiente - para a situação. Já os profissionais, na sua maioria, foram fracos: histéricos, a gritar perguntas, a interromper, a repetir a mesma questão ad nauseum, numa pressa demasiada, para o estado dos intervenientes.   Em 2003, quando entrei na faculdade tinham acabado de acontecer os "Grandes Incêndios" e tive, desde logo, professores a alarmar-nos para não cairmos n...

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Alguém me explica? #2

Aquele pessoal que vai a casamentos e faz stories a dizer "casámos a Y e o Z!", todos contentes.   Vamos lá ver: quem os casou foi o padre ou a pessoa do cartório (saudades, not, da Dr.ª Branca). E quem casou foram os próprios dos noivos. Voces foram convidados, foram ver e celebrar (esperemos, com gosto) e a seguir vão comer e beber.   Menos, muito menos, 'tá?

Alguém me explica?

Aquele pessoal/ influencer/ cenas que se filma a tomar o pequeno-almoço de pé?   É penitência? O corpo "absorve " menos as calorias? A comida chega mais depressa ao estômago?   Éh páh, perdoem-me, mas não dá para mim. Nao me portei mal, nem estou de castigo; viva o meu café com leite e pão com manteiga comidos sentadinha na cadeira da cozinha.