Introspeção

Quando conduzo tenho grandes momentos de introspeção.


Enquanto oiço a minha playlist.


Sim, 15% são músicas dos Queen, 10% George Michael, 10% Tiago Bettencourt e 7% Robbie Williams, empatado com Whitney Houston e Lúcia Moniz.

Um destes dias o modo aleatório colocou estas duas músicas seguidas - são do mesmo artista, mas de álbuns diferentes:

Lembro-me do dia em que vi o primeiro clipe a primeira vez, como sei lá como, do alto dos meus 13 anos, vi tristeza nos olhos deste homem.


E a memória de ouvir a segunda música é das mais bonitas da minha vida: tinha acabado de aterrar em Londres, para a minha primeira viagem fora de Portugal; era 2ª feira e a música estava a ser lançada. E eu ouvi tudo: alegria, sarcasmo, raiva, cansaço.


Para mim será sempre a música do pico de energia, de se ser capaz de conquistar o mundo - com tudo o que isso implica.

Mas acima de tudo, representam-me, nas suas palavras:



Life's too short to be afraid (you think that I'm strong)Take a pill to numb the pain (you're wrong)You don't have to take the blame (you're wrong)Life's too short to be afraid (I sing my song)


 


So rock and roll, so corporate suitSo damn ugly, so damn cuteSo well trained, so animalSo need your love, so fuck you all

I'm not scared of dyingI just don't want toIf I'd stop lying I'd just disappoint youI come undone (come undone)

 


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