25, mais um

Sei que viveste um sofrimento sem igual, no final.


E os dias 25 lembram-me do 25/08 que te levou, mas também te libertou.


 


Mas há dias em que tenho saudades de fazer os 300 kms que nos separavam e pensar que ia entrar em casa, e ver-te melhor.


Que ia poder sentar-me contigo no sofá e fazer-te festinhas na mão. Que ia poder dar-te beijinhos e abracinhos. Que ia poder ver-te comer, com a alegria de quem sabe que comida caseira é Amor.


 


Ao fim e ao cabo isto são saudades. E eu visto-as mesmo sendo o casaco feio e borbotado dos últimos dias, dos difíceis.


 


A saudade dói e não é bonita, só o é.

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