Das pessoas

E quando o nosso mundo já foi alguém? Mesmo, vivermos por e de acordo com outra pessoa.


 


E a vida, a mudança, a maturidade (ou falta dela) aconteceram.


E de tudo passa a nada.


A não sabermos da pessoa, a não nos lembrarmos.


A sentir leveza, liberdade.


 


Ficam as memórias, a quase-saudade.


A amizade pode doer, no final, se tivermos a coragem de ver que o que não é correto, positivo, construtivo... não deve ter lugar na nossa vida.


 


Muito menos na primeira fila.

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