Não sei...


Não sei de nada.


Divido-me entre acreditar e sentir que tudo me puxa para a mudança... e achar que estou a alucinar.


Amparo-me nas vozes que longe ou perto me dão força. Sentem no ossos a tal mudança. E me levantam. (Ouvir a minha Cristina dizer-me que sente que é a minha vez, que também sente, significa muito - porque ela nunca me mente, ela never sugarcoats)


Sim, é verdade, o que eu previa, acontece quase todos os dias: sozinha, "sem objectivos" nesta casa, afundo-me. Deito-me na cama, zappo o dia away, luto um bocadinho, obrigo-me a sair de casa, vou fumando cigarros, visito a Praia (sem abusos e converso com as ondas do Mar). E espero, espero que este arrepio nos ossos seja verdade, espero que esta onda grande que me faz sonhar seja verdade. Que a forma como agora olho para os elementos do meu dia-a-dia seja um ressoar do Futuro, no Presente.


Tento não estar tão parada quanto me apetece. Relembro-me (e relembram-me) que faço o melhor que sei/posso.


Mas não sei. Mão sei de nada.

Comentários

  1. Isab Matos01/07/13, 20:49

    Humm... Já passou do \"não\" para o \"não sei\", não é perfeito, mas já está melhor! Assim sim!;)

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  2. :)
    Pois é...
    Apesar das notícias estranhas que tive hoje...
    Agora é que sinto mesmo que não sei nada.
    Vou ter que esperar, mas esta espera cansa muito. Tanto...
    Beijinho,

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  3. Não percas a esperança!
    A tua vez está a chegar! De certeza!!! :) Tudo vai correr bem! Nada de perder a esperança!

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  4. Estou a esforçar-me muito para não a perder de vista... :)
    ***

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