Not again...

Aproxima-se a data e o castelo de areia treme.


 


Sei que é muito difícil, novo, quase contra-natura para ti. Vejo-te aceitar, alimentar e deixar crescer o sentimento todos os dias e isso deixa-me muito feliz.


 


Também é difícil para mim, acredita. A distância, as saudades, o conhecer o teu passado e os teus velhos hábitos. Confio em ti, na nossa amizade e verdade um para com o outro mas também temo. Como te disse há um mês e qualquer coisa, também tenho aqueles dias em que me assusta que não estejemos a 15 minutos um do outro, mas para alguma coisa servem os meus contos passados e aproveito para aprender com eles e aplicar em ti, para que de mim tenhas o melhor que te posso dar.


 


Ver-te mal doi-me, mais do que imaginava. Sei que te custa não ter palavras de apoio para mim.


Mas o quase desapego que vi nas tuas palavras hoje, a banalização... magoou-me. Assustou-me.


 


Quando percebo que te quero tanto, o castelo de areia treme.


Sei que não tiveste intenção. Que nem deste pela força das palavras (afinal de contas... preferes a comunicação não verbal). Porque logo de seguida estavas a reforçar a nossa ligação, o papel um do outro.


 


E eu estou, há tanto tempo, e com mais força desde ontem a tentar ficar aí.


E tu, hoje, fazes o castelo de areia tremer.


 


{Viva a TPM, not!]

Comentários

  1. :) Ai que o amor é tão complicado...

    (Uma coisa é certinha, maldito tpm! Normalmente nesta fase surgem problemas nunca antes vistos! :P )

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  2. É... e eu gosto de me meter em "amores complicados" :)
    E a TPM já está outra vez a bater À porta, nesta semana sou do género "fita-cola na boca e sentar em cima das mãos" ou o menino-Rapaz ainda me manda internar :p

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