Amanhã.
Amanhã é dia de brunch lá em casa. O m-R tem concerto, na "outra margem". Ainda temos que qe carregar o carro, escolher os outfits da banda, pensar se é para filmar, fotografar ou ambos. Estou em plena fase dolorosa da TP quase M. Não sei como vou aguentar o dia, mesmo drunfada, com tanto para fazer. Ando com a cabeça em água - nota-se que o brelogue tem sido um escape, né? - ando numa fase de decisões. De conversas adiadas há anos. De chapadas de luva-branca. De bater o pé. Ando a decidir a minha vida, para melhorar a nossa. Resultado... ando psicologicamente cansada com'á porra. O m-R ajuda mais em casa. "Perdooa-me" o desleixo com a casa. Aceita a minha decisão de NÃO ir a casa em Março - psicologicamente não aguento ir. Vou sofrer de não ir. Iria sofrer mais a ir, penso eu. Então ontem, ao fim do dia, lembrei-me: "Amanhã. Há amanhã. Tenho que viver o amanhã, hoje. Antes que não o tenha."* Daí ter olhado para a conta e ter dito: que se lixe o pa...