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A mostrar mensagens de novembro, 2013

33 anos... 4 anos!

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Hoje fazes 33 anos. A idade de Cristo e tal e coisa :insert your spiritual blablabla here: Não sei se atingiste os teus objectivos. Quantos corações cheios como o meu partiste. Não sei nada de ti. És o tal estranho que passa do outro lado da rua. Não te desejo mal, nem bem. Que passes na rua e não te atropelem, vá. Os parabéns vão para a tua Mãe. Ela que tem o coração cheio mas nasceu para construir a família errada, que nunca reconheceu a alma linda, a entrega, o porquê das suas decisões. No início dos teus 33 anos, ela ganhou asas e vai voar - finalmente! Fazes 33 anos. Eu passei os 28. Tão "longe" de quando nos conhecemos há quase 5 anos atrás. Peguei no teu blablabla e comecei a minha história. Não sem antes perder um ano presa a ti. Mas cá estamos. Não me escondo atrás de crenças, nem evangelizo. Limito-me a ser eu. Encontrei as correntes em que acredito e vivo-as, não lhes recorro para esconder monstros ou sombras. És tu quem faz anos, mas fui eu que recebi o maior pres...

Bring it on!

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Ontem tivemos a 1ª reunião deste Projecto que nos vai unir durante um ano. Noite, frio, confusão. E de um respeitável " Boa noite Prof. " que recebia sempre um sorriso e um " Boa noite m-M ", ontem passou a haver 2 beijinhos e piadas. 1ª reunião e o Projecto vira-se de cabeça para o ar. O tema/título mudou, tipo de estudar o distrito do Porto passo a estudar o País inteiro. Mas, nas palavras do Orientador, eu sei mais, eu faço melhor, eu valho mais e este novo tema (que é quase como que evouluir da Licenciatura - que era suposto não ter muuuuuuito a ver, para Mestre) vai fazer com que as pessoas certas reparem em mim. Assegurou-me que entre as 6 teses, os 15 artigos e as 15 notícias tenho material que chega - vá, só mais uns 5 artigos para complementar a "actualização" de tema - e que estou a ter a atitude certa perante o levantamento de Bibliografia. Garantiu-me que vamos trabalhar para a baliza de notas que eu "aceito". Acalmou-me quanto à Defe...

Distância? É para os fracos!

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Se a distância arrefece corações e apaga amizades e afecta sentimentos? Eu não acredito nisso. Não acredito mesmo. A distância afecta os fracos. Os que não têm sentimentos verdadeiros, os que não lutam nem se esforçam para partilhar o que sentem, com quem sentem. Ontem tive a prova disso. Carinho e apoio da J.B a 300km. Crença a lift-up do Dreamer - lá nas Englands, seu safado! Calma de quem me lê um pouco por todo o lado (é vosso o sorriso tímido que consegui ter). E o meu menino-Rapaz, duas horas comigo ao telefone/Droidinho/Skype, mesmo com -7ºC negativos (do lado de fora da janela), na Alemanha, a acalmar-me, a chamar-me à razão, a suportar-me, a fazer-me acreditar que, devagarinho, vou saber lidar com tudo. Ontem, como há um ano atrás, matamos saudades pelo Skype, mas não só as saudades "amorosas". São sim as saudades do partilhar a vida com alguém. O ouvir a voz que gostamos tanto ser mais do que vibração das cordas vocais, ser corda que nos segura, a palmos do chão. ...

Untitled

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Sinto-me quebrar. Como é possível um sonho, uma luta, algo que começou tão bem fazer-me sentir um nada, prestes a ruir? Eu bem pesquiso, eu bem tento adiantar trabalhos, eu bem me tento motivar. Mas a cada pessoa que conseguiu estudar, sair, divertir-se, namorar... e eu vejo sagrar-se "MESTRE", a cada visão dessas me sinto menos capaz. Porque há quem me diga que 15 artigos, 10 notícias e 1 tese não são bibliografia que chegue. Porque eu não percebo a metedologia que me pedem. Porque eu nunca vi uma Defesa e não sei o que se passa lá - e tenho medo. E não sei se quero defender sozinha ou acompanhada por algumas pessoas - e quem eu gostava de ter na Defesa comigo, quase de certeza não conseguirá lá estar. Estou neste momento a alinhavar o 2º artígo científico da minha "carreira", para ser avaliado pelo Ex-Shôr Director, que agora só mostra desprezo por nós. E a partir de dia 2 respiro apenas para escrever o Projecto que tenho que apresentar dia 18 e que é suposto ser ...

Alguém me explica? #2

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Porque raio já sonhei que estou a passar roupa a ferro - duas vezes esta semana? Porque raio acordei com esta música na cabeça? Que, ao fim de 40 minutos, se transformou em trautear esta:     É oficial? Tenho que ser internada? É que isto é mesmo cabeça de tolinha...

O "desafio" da Gratidão

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Pois é, sentir gratidão, reconhecê-la... pode ser um "desafio". O mesmo que o Dreamer me colocou, com estas "regras": Escrever o nome da pessoa que consideram mais importante e justificar;(Se quiserem e se sentirem à vontade com isso liguem para a pessoa e leiam o que escreveram) Nomear 3 bloggers para este desafio Pedir que visitem o blog http://letmedream.blogs.sapo.pt e que digam que participaram neste desafio (assim eu saberei todas as histórias) Ora... agradecer. Dizer obrigada para mim sempre foi fácil. Seja por educação que os meus paizinhos me deram, seja porque fui percebendo - aprendendo! - que uma das palavras mais bonitas e que mais dão/dizem de nós é "Obrigada". Há que saber agradecer, mostrar gratidão, celebrar, nem que seja com uma palavrinha o bem, o aviso, o ensinamento, o raspanete, o "adeus óh vai-t'embora". A pessoa que escolhi? A minha Cristina. Porquê? Porque tal como ela diz, fui eu que a ensinei a agradecer. Ela ante...

Pai Natal Secreto 2013

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Eu adoro Pais Natais Secretos! O poder brincar, o miminho simbólico, o sorrisinho maroto de só nós sabermos quem vamos fazer sorrir. Por isso, para me enturmar, para celebrar o 1º Natal deste cantinho, resolvi participar no Pai Natal Secreto organizado pela Cindy ! Ainda vão a tempo, para já somos só meninas, mas os meninos são sempre bem-vindos!, e há lá sensação melhor do que correr para a caixa de correio e encontrar um postal escrito com carinho? Juntem-se a nós :)

10 anos

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Uma década. A vida inteira do nosso menino. Sem ti. O ter sido "Senhora Dr.ª, Engª., Arqª., Advogada" sem ti. 10 anos em que o espaço em branco, na fita azul escura é teu, teu e de mais ninguém. 10 anos em que não te vejo sentado, à minha espera, a ler o jornal, a fumar, com o café e o meio-bagaço. 10 anos em que tomei o teu lugar na mesa e a sopa me passou a saber melhor se comida da tigela, como tu fazias.  10 anos em que o SLB voltou a ser campeão e o teu Supporting não. 10 anos em que os "Rapazes" entraram na minha vida e tu, lá de cima, com a ajuda da Bivó, afastaste os maus. 10 anos a sentir, nos ossos, que não fiquei sem ti, que estás comigo, sempre que eu preciso e a minha alma te chama - já tivemos provas disso, não é? 10 anos em que o teu sorriso e as tuas palavras (me) ecoam de tal forma que a "única saudade" é a de não ver os teus olhos ou sentir a tua barba picar quando me beijavas a testa, porque cresceu. 10 anos em que deixei de conseguir p...

No outro blog

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Se ele existisse, no activo, teria feito 5 anos, há dias. Cada vez me lembro menos dele, e já nem preciso de pedir à minha mente para me imepdir de o fazer. Deixei-o, lá, no canto, com a porta entre-aberta, para quem quiser espreitar. Afinal de contas, nunca me escondi. Lá a minha assinatura era clara, tão clara que ainda hoje há quem me chame por aquele nome - pelo qual continuo a ter carinho. Mas foi tal e qual a história das mulheres vítimas de violência doméstica. O canto tinha deixado de ser "meu", tão meu quanto os leitores achavam. Era o instrumento do "psicopata, muito bom, lá do Deserto, jamais" para me controlar, para me manipular, para me pressionar. E quando fui deixada, derrotada no sofá, desfeita depois de horas de violência. Depois de me recompor o suficiente para sair de casa e cumprir as minhas obrigações, o meu ripostar foi apresentar a minha despedida e nunca mais voltar. Sair do ciclo que, mascarado, se tinha transformado em violência. Lá conheci...

Sabes que o teu namorado é um porreiro quando...

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... estás a caminho de casa para jantar e ele, para te alegrar a noite te manda a seguinte sms: Sabes quem foi eleito o Homem mais sexy do Mundo? O Adam Lavaign. Claro que o corrigi: LE-VI-NE. E depois agradeci o facto do mundo estar a ganhar bom gosto e dei-lhe um beijinho. Aaai os olhos, a barba, os abs , as tatoos. Como ele próprio canta, se eu pudesse era Hands all over !

As aparências... iludem!

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Em conversa, à saída da Escolinha: Colega-que-foi-mãe-do-bebé-mai-riquinho: Oh m-M o Prof. E-Treta este ano adora-te! Oh 'pa ele todo solícito a enviar-te artigos e todo contente com o teu tema de Projecto e de Tese... menina-Mulher: Pois, parece que sim... ou percebeu que fez m*rda na nota que me deu o ano passado... ou percebeu que a nossa turma está quase toda a dormir em pé e sem pensar muito no trabalho da Cadeira dele. Colega-que-foi-mãe-do-bebé-mai-riquinho: Eu cá acho é que ele gostou tanto do tema, já leu o teu artigo-científico e agora está a fazer-se ao lugar de teu Orientador. m-M: Ahahahah, me-do! Colega-que-foi-mãe-do-bebé-mai-riquinho: Chama-lhe medo... ahahah m-M: Ele que pense e sonhe e ajude! Especialmente até depois de sair a nota da Cadeira dele. Depois disso lá o acordo do "sonho" :p E pronto, é este o panorama depois das Aulas da Cadeira de Investigação...   Não sei se o deva ver como um elogio ou entrar em pãnico com a pressão.

Da Dualidade...

Soube, quando não esperava que a tarde acabasse num beijo roubado, que arriscar "no" menino-Rapaz me ia dar "trabalho". Eu explico: me ia dar para trabalhar a personalidade. Somos muito iguais - ao ponto dos amigos mais próximos dele dizerem " a m-M é mesmo perfeita para ti! Vocês têm as mesmas respostas! "; mas somos quase opostos, duais, na forma de levar a vida. Eu tornei-me independente aos 25, quando ele andava por aí a "conhecer" raparigas para esquecer a ex-namorada que o traiu. Eu fui arrasada pelo ex-psicopata "muito bom, lá do Deserto, jamais!", ele procurou com que se entreter para não ter que levar a vida a sério. Eu entreguei-me a um ano de terapia, ele percebeu quase ao fim de um ano que o brincar com os outros lhe custou caro. E foi nesse meio ponto que nos encontramos. Hoje, mais de um ano depois... é verdade, continuamos duais. Eu proponho-me objectivos e exijo-me metas. Ele balanceia entre o ser Feliz com o que constro...

menina-Mulher Status Report

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m-M anda em baixo. Triste e desmotivada. Cansada, a arrastar-se pelos cantos e pouco crente. m-M cruza-se com esta imagem no Faicibuqui e obriga-se a trazê-la para aqui. porque não se pode esquecer do ponto 4, 5 e 6. Os outros a mal ou a bem, m-M enfia na cabeça à martelada. [m-M quando não sabe o que fazer da vida, das duas uma: ou não dá títulos aos posts, ou fala de sim mesma na 3ª pessoa, à laia dos jogadores de futebol] 

E aquele Senhor?

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Sábado arrastei-me de casa. Sim, obriguei-me a sair do sofá, a apagar a tv, a trocar de roupa e maquilhar-me. Desde 6ª à noite que aquela sensação de " não sei o que ando aqui a fazer ", " a vida não me sabe ao mesmo ", " quem me dera fazer x,y,z... " voltou. Voltou porque... não sei. Talvez porque vivo a dualidade do cansaço e da desmotivação, mas de, ao mesmo tempo ter tanto por estar grata. Vivo a dualidade de ter o meu coração dentro de mim, a sonhar alto; e de o ter também a 300 km e não poder sonhar demais, sob pena de me estar a criar demasiadas expectativas. Vivo a dualidade de ser coração ao alto e pés muito na terra e torcer o nariz a quem não é como eu. Mas voltando ao ponto: Sábado obriguei-me a sair. Com a desculpa de ir comprar a única prenda de Natal que faltava... acabei a comprar mais um presente de Natal para a minha mãe (este ano conta com 3) e para o meu afilhado/menino do coração. Comprei ainda doces para os amigos a quem me juntei nes...

5 coisas que gostaria de receber no Natal...

Ora cá está um "inspira-me" que me toca no coração... Fora o famoso relógio - de que tanto já aqui se falou; Globos de neve para a minha coleção - já vou nos 10, mas um até se partiu e tudo ; Um presépio pequenino, daqueles fofos - também para uma coleção que quero começar; Um emprego, daqueles com contrato assinado; Os trabalhos do 1º Semestre acabados, com notas simpáticas!   Lá está: como ontem ficou provado numa conversa com o menino-Rapaz, "tenho alma de pobre", não peço grandes presentes, nem penso em Marcas e novidades para estrear. Penso sim em presentes dos que recompensam, dos que aquecem o coração. Dos que nos protegem, dos que nos dão força no dia-a-dia, porque há mais 364 dias... depois do Natal.

Do bom atendimento!

Ora, já cá tinha dito que o local para o presente de aniversário de Shô menino-Rapaz estava quase escolhido. Depois deste fim-de-semana ficou mesmo! Ora sendo eu uma rapariga do Marketing Digital, 1º fui comparar preços: descobri que fica mais barato e seguro comprar directamente a reserva ao Hotel do que a esses sites de promoções :p - depois surpreendo-me porque raio ninguém acredita no Marketing... Depois enviei um e-mail com os pontos específicos para a nossa visita: é imprescindível um elevador e um quarto minimamente amplo com casa de banho passível de ter banheira utilizada individualmente. Claro, tive que explicar à equipa do hotel que sou uma cidadã com mobilidade limitada - não confundir com "reduzida" - obrigada! Para minha surpresa, apesar de termos decidido ir passar o fim-de-semana ao que - pensamos, nós, meninos da cidade - seria uma aldeia, tive um atendimento maravilhoso! Fui atendida pela pessoa (Olá Cara Magda!) que recebeu o meu e-mail e que se prontificou...

Continuação IV

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No terminal, no meio da confusão e das pessoas e dos empurrões, já com a mala no porão e a dar beijinhos no peito enquanto recebia beijinhos na testa... levanto a cabeça e digo-lhe " porta-te bem e não faças asneiras! " Numa referência às duas viagens (sim, ele agora também vai à Alemanha) que o menino-Rapaz vai fazer neste mês e meio em que não nos vamos ver... m-R: sim!... m-M: Não abuses do álcool por causa do frio, não fales com estranhos e não te esqueças dos meus presentes! E ai de ti que me tragas porta-chaves manhosos que dou-te dois bananos que andas de roda! m-R: na Alemanha vai ser difícil... só no Aeroporto. m-M: don't care . Manda um e-mail ao cliente e diz-lhe para ele ir às compras antes de tu chegares. E comprares-me o relógio em Londres era tipo o nicest touch (sou muito subtíl a dar-lhe as dicas todas... mas ele precisa!) m-R: [Depois de se rir da piada do alemão] Ok, a ver vamos... m-M: Vá agora respira fundo. Só me aturas mais 5 minutos e depois não s...

Continuação III

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Descabelamo-nos por causa dos já falados mantimentos para o Rebélhoum [sim, cozinhar para um certo bandinho de gente deu direito a telefonema com menina a rosnar e menino a largar ideias megalómanas parvas]. E em 3 minutos, no meio do Intermarché da terriola: plim! menina-Mulher tem uma ideia (economicamente equiparável ao gasto o ano passado no Rebélhoum), apresenta-a a menino-Rapaz, mesmo ali na secção da Charcutaria e tcharan! É aceite, sem reservas! Não é por ser formada em Comunicação nem nada, mas a conversar é que a gente se entende! E o mesmo se aplicou ao presente de aniversário. Já está escolhida a cidade e a data para a tradição (a tradição é m-M desembolsa um fim-de-semana pelos caminhos de Portugal, que nós gostamos de laurear a pevide) dos seus 28 anos: Fim-de-semana 3  in 1:  Balentines + B'Day 2014 + ano e meio de namoro, na Serra da Estrela, que o m-R tem saudades da neve... Agora é seguir um certo conselho que a J.B me deu e encontrar o "Preeeço Certoooo...

Sonhei com a Pipoca Mais Doce!

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Sim, é verdade! Hoje, acordei de madrugada a sonhar com a Pipoca Mais Doce. Não, não estava a sonhar com roupa, nem lugares féxon em Lisboa, nem com miminhos oferecidos a entrarem em casa pelo correio - daqueles giros de fazer inveja. Então não é que sonhei que a Pipoca teve gémeos? De descendência japonesa - afirmada pela própria Pipoca - pelo que parece no meu sonho o Arrumadinho não existia (deve ser recalcamento de tantos destaques aqui no Sapo). Mas a de-novo-mãe Pipoca não queria os dois pimpolhos, queria só um. Mais, escolheu pela beleza, logo estava a dar o filho mais feio (em abono da escolha dela, no meu sonho os bebés eram bem feiinhos!). Não me perguntem como, mas lá me coloquei eu à disposição (e automaticamente o menino-Rapaz também) e ela preferiu-me a mim, de todas as pessoas! Veio-me entregar a criança, que vinha vestidinha de azul (então Pipoca? Somos ou não somos duas "mães" benfiquistas?! Aaaai!) ficou uns minutinhos à conversa e lá foi ela. A última coisa...

Continuação II

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O menino-Rapaz anda a ficar bem treinado! Então não é que já agradece à sogrinha quando eu peço, já lhe leva refeições cozinhadas por mim e já considera a ideia de pedir à caríssima mãe para nos deixar dormir (aos dois!) lá em casa pós-jantar do PCR (que a manter-se a tradição vai acabar já irá alta a madrugada), porque me dá jeito ficar por Lisboa dia 30? [Vá também lhe dá jeito a ele porque temos os mantimentos do Rebélhoum para comprar e uma mesa digna de anfitriões para preparar...] Mais um bocadinho e esta sogrinha transforma-se quase naquela ex-sogrinha minha que só não me deixa a casa (mansão, note-se! E estou a falar a sério...) em herança porque o filho da #%>$ do primogénito dela era capaz de não gostar da ideia - sim os meus ex-sogros têm por hábito gostar de mim; geralmente na proporção do pó que tenho aos filhos!

Continuação

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Cntinuando o tema, que isto aqui com a je... um fim-de-semana dá tema para muitos posts - vá, as saudades e o facto de ser das countdowns mais longas do namoro também ajudam: Próxima empreitada do menino-Rapaz - ensinar-me a tocar cordas. Ele sonha em fazer de mim uma baixista sexy (yeah, right!), para sermos um casal muito deep. Eu preferi a ideia de aprender guitarra, mas vá, não lhe destruí o sonho de rajada. Ele vai perceber com o tempo que se meteu em areia demais para a camionete dele. Parte gira: vai arranjar a acústica do pai para me oferecer a mim. Vá tudo a dizer Awwww desse lado :)

E se?

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E se, há 7 anos, eu não tivesse tido tanto medo e vergonha de mim mesma? Tão pouco acreditava em mim... E se tu tivesses sido menos "cavalheiro", arriscasses um bocadinho mais (sei que foste tu a dar quase os passos todos), tivesses sido mais claro, menos romântico e um pouco mais atrevido? E se os nossos planos de sair das fronteiras da cidade e começar uma vida na aldeia se tivessem transformado na nossa realidade? E se tivessemos sido, em pleno, o casal que todos viam - pelas nossas atitudes e nos nossos sorrisos? E se todos estes "e ses" tivessem tido mais uma pitada de fazer acontecer... será que me ias aceitar como eu o sinto nos ossos, será que eu te iria adorar com a calma e a confiança de segurança - como cheguei a adorar, mas "fora de tempo". Será que os nossos filhos, aqueles que toda a gente dizia que iam ser lindos, com um ar fofo como tu e uma personalidade "torcida" como a minha iriam ser criados nos campos ou mesmo à beira mar? Te...

Do re-fazer

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Nada como pegar em "rotinas" que se repetem há anos e re-fazê-las. Molda-las a quem somos hoje. Deixar de as ligar às memórias do Passado, afinal de contas, já nem é lá que moramos. Então, desci a A1, pela 50ª vez em 5 anos (?) pelo mesmo "motivo", mas por uma pessoa diferente. A mudança começou logo ali: mudei de ponto de partida, de serviço, de músicas no MP4. Cheguei mais cedo porque o serviço é eficiente - ao contrário do anterior. Fomos buscar a nossa ceia aproveitando as novas tecnologias, mas para partilhar em casa, os 2. A rir, a brincar, a matar saudades, a comer coisinhas novas e que nem conheciamos. Sim, o abraço soube ao mesmo, soube a mais até. Tê-lo lá à minha espera. Adormecer em lençóis de Inverno, porque o Outono chegou mesmo à Serra. Adormecer eu agarrada a ele (é tão pouco habitual que não imaginam a minha cara de surpresa ao ver a cara de felicidade dele, de manhã ao acordar). Adormecer às 5 da matina porque se fica a conversar e a contar histó...

Calma... não estou habituada.

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Ora cá estamos nós. É 6ª feira. Manhã fria, manhã calma. Tenho medo que seja quase calma a/de-mais. Não tenho gostado do que tenho sentido à minha volta... expectativas destruídas, relações findadas, pessoas tristes e cansadas e desanimadas. O "pior" de tudo? É que previ muitas das stuações, senti-as antes de acontecerem, como sempre. Mas como entretanto aprendi que não posso impedir a vida de acontecer aos outros... Agora tenho que viver e partilhar e apoiar as suas tristezas. Esperei todo o mês por hoje e cá estamos. Estou contente, em 9 horas estou no abraço que pedi, que o menino-Rapaz (me) adivinhou. Para um fim-de-semana na "nossa casa de lá". Com direito a jantar romântico (e vivam os vouchers!) e a ver os amigos e a passear se o tempo estiver bom. Hoje pela manhã, já começaram as surpresas, mudança de planos para a ceia, mais minutinhos para nós os dois, algo mais caseiro - nota-se muito que sou uma rapariga caseira? Ontem consegui, finalmente conversar com ...

Xmas is coming...

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Sabes quando o Natal está a chegar quando reparas que, apesar de já só faltar comprar UMA compra da lista e acabar de preparar o presente para o menino-Rapaz, só ontem à noite - e graças à Tv. - te apercebes que ainda não pensaste na Árvore de Natal, nem no Presépio. E sentes-te culpada... Adoro a Árvore, as luzinhas, o meu Presépio Abstrato, comprado há 7 anos, longe estava eu de ser uma rapariga independente com direito ao "seu presépio". Adoro ir colocando os embrulhos lá debaixo e ver os Senhores Gatos a ameaçar saltar para cima da Árvore. Sei que o Natal está a chegar quando o m-R me diz que está no Shopping a comprar o meu presente (e que está difícil!) - sim, ele teve 7 modelos para escolher, com direito a Top+ e votação dos 2, em simultâneo, mas voto secreto (com percentuais de relevância ou não fosse ele Inginheiro), que cá nós vivemos em Democracia lol . Sei que o Natal está para chegar quando penso que ele vai estar na Inglaterra 5 dias, a 2 semanas do Natal - e de...

Gostar, do verbo gostar a sério

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Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e  não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”. Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos. E muitas das vezes, sabendo deste noss...

Realizar sonhos

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Às vezes... realizar sonhos pode ser tão simples. Tão simples que parecem que vêm ter connosco. Ontem/ou hoje, vá, por volta da meia-noite, abri as páginas de um clássico que sonho ler desde pequenina. O Velho e o Mar, de Hemingway. Há uns anos, no Natal, a minha irmã, que conhece esta paixão graaaande que tenho por livros, ofereceu-me outro Hemingway, que me desiludiu. Lembro-me de lhe fechar a capa a pensar "não és mais do que isto?". Entretanto, com os anos, comecei a pensar se a "culpa" não estaria na tradução... e há duas semanas, num daqueles Sábados em que passei pelo Shopping a correr, para cumprir uma obrigação qualquer - tipo pagar contas ou comprar comida para os quadrixanos... estava lá uma Feira de Antiguidades e um casal de Alfarrabistas (já disse aqui o quanto adoro alfarrabistas?! É que adoro mesmo!). Parei, só para olhar (que tenho uns 8 livros em casa por ler... se bem que já ultrapassei o meu challenge anual do GoodReads !) para ver as capas anti...

Para sempre, pelo menos durante Hoje

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Sei que me "estou a habilitar". Aproveito-me de já ter conversado tudo às claras, de tudo ter ficado bem. "confio" nas fronteiras pouco claras. E dou por mim a ter sentimentos que não devia. E atitudes que podem ser lidas doutra forma. Aproveito-me que o grupo já não pensa nada, à força de tanto ouvir repetido o não. Esqueci-me é que a própria pessoa se pode aperceber. E pimbas. Aconteceu, apercebeu-se. E eu dei por mim a negar. Não é verdade que sinta nada de forte, porque o meu coração pertence ao m-R. Mas a saudade e a amizade podem confundir muitas mentes... Não aconteceu nada, mas pela primeira vez, senti eu, eu mesma, as fronteiras desfocadas "demais para o meu gosto". Não o posso permitir. O nosso ano e quase meio merece mais de mim. Se ao m-R lhe "requereu" tanta adaptação (e ele até abdicou de maus hábitos, para regressar um pouco à sua "essência"). Não me posso permitir ser tão "banal". Permitir-me imaginar só porque...

Aviso à navegação

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Para não pensarem que vivo um conta de fadas daqueles hiper-mega-rifixes todos cor-de-rosinha, aviso a navegação que o menino-Rapaz também sabe meter a pata na poça. E ontem, mesmo a acabar o dia - que estava a correr tão bem! - fez asneira. Daquelas big time. Apercebeu-se disso 5 segundos depois - que os cérebros dos Inginheiros às vezes parece que empancam... começou imediatamente a tentar compensar. Eu sei. Sms do nada. Resposta a tudo o que eu dizia. Planos para os próximos tempos e até lista de prendas para os quadrixanos. 2 telefonemas atendidos ao 2º toque. Frases bonitas pelo meio e carinho pelo que temos. Encorajar-me e valorizar-me porque tem noção que o que fez foi, inconcientemente, um diminuir do esforço da nossa relação. Não tivesse ele metido a pata na poça. Eu vejo isto tudo, mas não sou rapariga para conseguir kiss, make up and forget. Desde o telefonema de ontem à noite que tento mostrar que já não estou "zangada", só sentida, mas que houve momentos de silên...

Há palavras que aprendemos a amar, como parte de nós

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A minha vida é diferente. Desde o 1º segundo em que respirei o oxigénio que nos mantém vivos. Lutei contra os perconceitos e sobrevivi. Fruto do Amor da minha família, até entrar para a escola não senti a diferença que me marca desde então. Sou olhada de forma diferente, com curiosidade, ideias preconcebidas, carinho ou mesmo admiração, pelos outros. Os outros, os ditos normais. Dizia uma das séries do meu coração " What's so great about normal? " Eu só sei que até aos meus 23 anos só desejava ser normal, odiava a palavra diferente. Rosnava-lhe, achava-a uma palavra menor. Porque me fazia sentir menor. Entretanto cresci, com a vida, a tal que me quis fugir no 1º fôlego. Aprendi que as palavras têm nuances e "dependem" de quem as diz. Adoro ouvir a minha Cristina dizer com orgulho que somos diferentes do resto do mundo. Sorri ao ouvir o menino-Rapaz e o seu grupo freaky acolher-me de braços abertos e conversar comigo sobre a minha diferença, com a maior normalid...