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A mostrar mensagens de março, 2013

No escuro

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Percebi que levo montanhas e suporto tempestades pelos outros. Outros que estão lá à sua maneira, mas não me vêem. Percebi que vou ter que voltar ao "trabalho", que isto não vai lá (só) com espiritualismos. Não sei como o vou assumir, como o vou dizer ou a quem. Nem o que vão pensar. Sei que não quero deixar-te a pensar, como as outras, que "tudo estava bem, e afinal não estava". Nem eu tenho noção. Nem eu sei o próximo passo. Sei as saudades que sinto. Os planos que faço. As lágrimas que engulo e o medo que tenho. Começo a perceber que o problema está em mim e já não posso culpar os fantasmas e as mossas que me fizeram. Preciso de ajuda. Estou num escuro que ilumino para enganar os outros.   Ontem comprei um anel, sobre nós - de couro, como tu gostas, com um coração dividido em dois, como nós somos. Sei que quando me vires com ele, dificilmente dirás alguma coisa (vais gostar dele, isso sei) e nem vais perceber a mensagem que tem. Mas ontem, enquanto fugi para o me...

Fantasmas...

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Hoje fui capaz de dar os parabéns, sorrindo ao facto de já não o ver pessoalmente há anos, e rindo - interiormente - pela forma como ele ficou famoso no grupo, ao 2º "homem" que me rebaixou, conscientemente, na vida. Faz 29 ou 30, já nei sei. Se não fosse o Faicibuqui, nem me lembrava. Dele guardo o facto de ser Eng., de ser Carneiro e me ter trazido a minha "Cristina". O resto, hoje, são gargalhadas. E fez-se luz cá dentro, depois de passar a manhã a conversar sobre "fantasmas" com a J.B : para já, por agora, depois de muito "trabalho" pessoal, sei lidar e con(viver) com os meus capítulos passados. Sim, alguns ainda me levantam curiosidade de "que raio andas tua a fazer com a tua vidinha, hã?"... outros, nem isso. E é engraçado como a curiosidade é quanto aos que nunca chegaram a ser "capítulo". Os que o foram, estão fechados, arrumados, resolvidos. Perderam o tanto significado que tiveram, os muros que ergui à sua custa, as ...

Plim!

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E num saltinho de tempo... já passamos as 500 visitas :) Obrigada!

Posso assumir aqui?

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Prometem que não contam nada? Ora pois bem, se aos 21 me imaginava a casar com o "meu" KC, casamento à antiga, com as famílias, as irmãs, a mãe dele a "rosnar" fininho mas a querer tudo muito direitinho; os meus pais contentes porque ele era um bom rapaz e gostavamos um do outro pelo que éramos, e como éramos. Aos 23 sonhei aceitar esperar para casar em "grande", com a família "emigra" do CL; aos 26 disse que 1º escreveria os 10 mandamentos da relação, depois esses mesmos seriam reconhecidos por notário aquando do casamento pelo civíl com o "psicopata muito bom do Deserto, jamais!"... Aos 27, percebi e digo sem medos, que sei que os grandes casamentos não são para mim (nem devo ficar bem neles). Eu, que nem metro e meio tenho, num vestidão que vai parecer ou cortado a meio, ou digno da menina das alianças? No thanks! Muitas pessoas, para metade dos sorrisos serem amarelos e de circunstância? Nah. As 30 e poucas pessoas que tinha listado...

Não gosto

Não gosto quando dou por mim a falar sozinha e me "saiem frases do futuro mais próximo". "Pré-visões". Não gosto. Costumam ser negativas. E ontem, a caminho da Faculdade, da única aula que gosto na semana toda, dei por mim a "conversar" contigo, a dizer algo que sei que é a probabilidade, mas que só a quero confirmar daqui a algum (muito) tempo. Não gosto do sentimento de "pré-visão" que sinto neste gabinete desde há 1 mês e que ontem se começou a aproximar da realidade. Ando mesmo como o tempo lá fora, cinzenta, gelada e com uma nuvem negra por cima da cabeça.  

Amigos e amantes

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Incrível como os meses passam e não deixamos o que nos uniu: a amizade. O interesse por tu saberes de coisas que eu não percebo muito, o eu ser muito racional e colocar-te a cabeça no sítio. Porque começamos amigos, somos amigos e a vida levou-nos a amantes. Sei que não medes as palavras, e porque havias? E numa tarde já decidiste destino, já me prometeste um gadget "velhinho", já me ensinaste coisas, já me mostraste o bichinho novo que vamos comprar juntos, numa das nossas viagens de um dia, já me pediste uma prova de confiança. Tudo isto me lembra que esta é a forma de dares os teus passos, de cimentares, porque já não é uma experiência tua. Porque também já temes. Eu olho de lado às tuas interações, sinto saudades, estou deste lado sabe Deus como... depois lembro-me que o Universo dá os seus sinais. E os teus são assim.

O mundo gela-me

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No fim-de-semana acompanhaste-me. Na noite assim-assim, preocupado comigo; na tarde em que te tentei fugir, deste sinal; no dia em que nos dedicamos ao descanso e às limpezas, procuraste-me. Eu vivi os momentos sem ti, como forma de passar o tempo até ti chegar, em locais bonitos, com abertura do outro lado, mas sem perceber bem onde estava. Mostrei todo o sentimento que te tenho, bocadinhos de nós. A alegria maior que tenho desde aquele dia só nosso, em que tudo começou. Vi alegria nos olhos de quem me ouvia. Acordo-te com todo o carinho que tenho, vejo-te a chegar até mim. Marcar o calendário, fazer planos, sentir a minha alma sonhar. Mas chega a 2ª feira, o teu mundo complica-te, o meu cansa-me. Chove e levantam-se tempestades, fora da minha janela e da tua. O mundo gela-me. Mas enquanto pude mostrar o que sinto contigo e por ti, só me apeteceu sorrir (e acho que sorri mesmo) e os meus olhos brilharam. Na minha mente ouvia isto:    Hoje, sinto-me assim : Rosa de menina, só enquanto ...

Um mês

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Pois é, esta criança virtual faz um mês. 30 dias, quase 400 visitas, muito devaneio. Só devia era ter olhado melhor para o calendário quando o criei. Porque se faz um mês que voltei a escrever o que penso, faz 4 anos que entrei numa espiral negra. E hoje, sabe lá Deus porquê, sinto-me engolida por um desses dias maus. Ontem percebi, que este blogue, que abri por tão bons motivos, anda muito negro, pouco animado, cheio de reflexões. Hoje, venho aqui só para celebrar o voltar à escrita. Parabéns montinho de palavras :)

O prometido é devido!

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Chegamos aos 3-fifty! Yeah!

Os homens são de Marte

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... E as mulheres de Vénus. E nós provamos isso. Ando em baixo, desmotivada, só tu me fazes contar dias - ok, tu e a "Cristina" e a S. e a minha família e os quadrixanos, mas vamos voltar à lamechice. Dias e horas, e olhar para o calendário e planear e querer. Sabes que tenho andado em baixo e mesmo assim partilhas a vida comigo, os teus medos e nervos, as tuas alegrias e esperanças - no teu lado masculino estás só a pedir ajuda e conselhos; eu acabo por me sentir útil, no meio de todo o resto que me deita abaixo. E em dias como o de ontem, senti-me a chamar por ti, ao longe. Brinco durante o dia, mostro que me lembro, dou-te todo o meu carinho, para que sintas que é verdadeiro, para que não te voltem a deixar sem respsta, para que desta vez percebas; tu lá vais respondendo e mostrando-te um pouco mais (sem exageros, que nem somos daqueles "casalinhos cola"). À noite, esperaste por mim e ouviste-me (notei mesmo que eu fui a "importante" ali?) e deste-me as...

O Poeta Original

Sim, sou menina das Letras e das palavras, mas nunca liguei muito a poesia. Culpem aquela professora preconceituosa, que no fim, teve que engolir as palavrinhas (yeah, bitch, I won in your on game!). Voltando ao tema, não fui, nem sou de me perder a ler poemas, romantismos exagerados, rimas e versos e métricas. Mas como qualquer humano, tenho as minhas excepções à regra: Ary dos Santos, Sophia de Mello Breyner e letras escritas pelo Freddie (sim, no meu "livro" o Senhor também é poeta). Assim, hoje, é o dia em que o clamor da voz de trovão com o coração quente acorda mais forte em mim. Ouço o Ary em versos perdidos na minha cabeça. Deixo-vos com "O Poema Original": Original é o poeta  que se origina a si mesmo  que numa sílaba é seta  noutra pasmo ou cataclismo  o que se atira ao poema  como se fosse ao abismo  e faz um filho às palavras  na cama do romantismo.  Original é o poeta  capaz de escrever em sismo.  Original é o poeta  de origem clara e comum  que sendo d...

Se hoje...

chegarmos às 350 visitas, ponho um videozinho catita, muito representativo do meu sentido de humor, da minha pessoa e dumas férias muito prolíferas, passadas vai para 4 (chiça, 'tou velha!) anos. Deal? [Agora roam-se e façam ali o "contómetro" avançar...]

Certinho direitinho!

Ainda Sábado à noite, depois do jantar maravilhoso que me ofereceste, com o Rio do nosso lado direito, a conduzir numa noite que, até chegarmos a casa este indecisa entre luas, estrelas e núvens (ao menos esperou que entrássemos em casa para abrir as comportas) , conversávamos sobre a nossa visão da Religião, da Espiritualidade. Tu és Ateu, fine by me. Eu sou Espiritual, um bocadinho de tudo o que vou aprendendo, lendo, recebendo pelo caminho da vida, sem NUNCA (e olhem que não me vão ver escrever esta palavra muitas vezes) evangilizar ninguém. Disseste que estava na defensiva quando me recusei a dizer que não sou Católica (tu não acreditas nos "não-praticantes"). Mas não estava e lá chegamos ao ponto em que percebemos porquê. Chegamos ao consenso: Teísta espiritual, com laivos de tudo um pouco. Aceito! (E tu também :) ) E é quando abro o e-mail e recebo "ajudas", "recados" destes, que me sinto aínda mais essa definição: Não queiras perpetuar nada. Apenas ...

És-me agridoce, Primavera

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E não o digo no bom sentido, do molho asiático (que gosto tanto!). És-me Agridoce, tu sabes. Já foste de príncipios e fins, de promesas e desilusões, de calor fora de tempo... Mas este ano, já que chegaste no Dia da Felicidade, traz-nos coisas boas, sim? :) Junta-te à crença da palavra tatuada no meu pé direito e work your magic, together. No Winter lasts forever, no Spring skips its turn - Hal Borland. So welcome "home" Spring.  

Ter e não ter...

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Sei lá o que se passa cá dentro. Mas é que não sei mesmo… Olho à volta e, neste momento, tenho tudo o que preciso (e pedi durante tanto tempo), e não sou ingrata, não peço mais. Mas há tanto tempo que não sentia ter tudo tão arrumado, que dou por mim com medo. Tenho emprego, salário certo, numa empresa que muito se mexe, e pode não estar com o poder dos anos passados (que os colegas falam) mas que está bem e onde eu luto, todos os dias, para que, pelo menos, da minha parte não falhe; Tenho uma família que me ama. Temos que lutar muito contra o bicho mau, que todos os meses nos prega sustos e que alterou completamente a nossa vida, de há 3 anos para cá. Mas vejo o meu sobrinho crescer, venho o medo-amor nos olhos da minha mãe, vejo o orgulho nos olhos do meu pai, vejo a cumplicidade muito nossa, da minha irmã e do meu cunhado; Tenho o meu menino-Rapaz, sorriso que é beijo ao longe, tentativa de “cá vai disto”, um “é capaz de não dar em nada” que me tem dado tanto nos últimos meses. Surp...

A prova de que eu sei contar

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Ou pelo menos sei os numbaros: mais de 200 visitas em menos dum mês :D Obrigada minha gente, é um gosto saber que me lêem - ou então que vêm cá parar por engano... mas isso agora não interessa nada. ´Cá beijinho repenicado!

Eu sabia...

que devia ter tirado uma fotografia ao flute de sorbet de limão com vodka que comi (ou será bebi?) à sobremesa, enquanto ele comia uma fatia fofinha de cheesecake de framboesa. Mas ele diz que "aqui não se tiram fotos com o telemóvel, é sítio que fica mal!" Eu, cá só queria era provar quem é a "mulher" da relação... :)

Serviço Público

Quem trabalha na minha área, sabe muito bem que vivemos do aspecto que as empresas querem dar ao organograma e que, vai-se a ver, somos só um adorno para enfeitar, com tempo certo para perder o status in da coisa - especialmente quando as empresas pararam em 1900 e troca o passo e vêem que voltar ao "Light Side of the Force" pode ficar caro e/ou demorar tempo. Ou seja, volta e meia, estou no desemprego, a enviar dezenas de CVs por dia, a sentir-me burrinha que nem uma porta e a contar os dias até "encantar" alguém... Vai daí, hoje encontrei este link:  http://www.embaixadores.com/site_ext2.php?id=20&code=s2scz2462p Visitai e experimentem uma nova forma de se apresentarem às empresas e tentar marcar uma diferença no mar de Cvs e ofertas e pedidos. Eu sei que ainda vou dar uso a isto... 

Do choque cultural

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Eu sou toda rapariga da cidade, eu não sei viver sem carros, sem transportes, sem pontos que respondam às minhas necessidades, passei 3 dias de fuga à realidade na "aldeia". Daquelas terrinhas, com sotaque, e pessoas que te tratam por "Menina", "Menino", perguntam pela saúde da avó e se o cão está bom. Em que cada esquina tem uma história (só me doi quando é tua e de mais alguém), aquele descampado já foi um campo de futebol e aquela fábrica abandonada já deu emprego a muita gente. E o Cão adorou-me, e dormi muito (sonhei connosco e com os amigos), acordei abraçada a ouvir os galos, dei de comer a galinhas, apanhei limões, abdiquei de refeições para descansar mais, aprendi a dedilhar o baixo do Deacon, ouvi histórias até de madrugada, fizemos planos, falamos da conjuntura social que pode ter levado às falências e a dessetificação. Falamos de religião e da noção da Morte, das saudades. Vi as fotografias dee bebé, a navalha trabalhada oferecida pelo avó, pas...

Friday and I'm in love

Enquanto o observava a dormitar, não resistiu em tocar-lhe no rosto e sentir a pele dele, áspera pela barba de 3 dias, cuidadosamente aparada para que ficasse ao gosto dela. Roçou a palma da sua mão no rosto, apreciando o toque que a pele dele lhe proporcionava, a robustez e a segurança que lhe transmitia. Sabia que ele não estava a dormir profundamente pela expressão que ele tinha no rosto, naquele belo rosto. Daqui   E hoje encontramo-nos a meio do caminho, para viver 2 manhãs destas contigo. Porque é sempre assim que acordo, ao teu lado. E já não consigo imaginar o nosso acordar de outra forma.

De todas as formas e feitios

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Pois é, hoje o dia está a ser daqueles para esquecer, em que para além de tudo, tenho que me esqucer (que bonita, até repetitiva estou) do chão que me escorrega debaixo dos pés, parecer uma menina-Mulher cheia de equilibrio (se vocês soubessem o contraditório desta frase...) e apoiar, segurar, acalmar o meu menino-Rapaz.   É nestas alturas, mais do que nos outros dias que me lembro: Amor não há só um. O Amor, de letra grande, capital, vive e sobrevive em todas as formas: dos pais que fazem de mim quem sou - e que se lixe o medo da carga genética; da minha Cristina, que me salva os dias, a mente, o passado e o futuro e não me faz ter vergonha de ser uma BabyTalker - que até me ensinou que isso é bom; da minha irmã, amor incondicional, das almas opostas que se juntaram nesta vida; do meu menino-do-coração, os meus 15% de sangue neste mundo, o rapaz mais bonito do mundo - empatado com o avô e o bisavô, vá - o meu sobrinho lindo que Deus fez igual à madrinha (eu) cheio de personalidade e f...

Eu juro!

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Eu juro que até vinha aqui publicar uma imagem toda fofa que encontrei (pronto, roubei do Faicibuqui duma amiga) e que para mim representa toda uma forma de vida e um monte de frases que passo a vida a dizer. Mas ontem, em conversa, descobri que os CTT já não cumprem os prazos aos quais, até aqui, me habituaram (de 2 a 3 dias, correio normal) e corro o risco de não ter comigo encomendas que fiz, especificamente para o fim-de-semana que vou passar à "Serra" com o menino-Rapaz. Sim, tem lá uma peça só para ele, que ele vai adorar e que faz pandant (sempre quis escrever isto!) com algo que ele comprou para nós! Vá minha gente, tudo a fazer figas, porque preciso das 3 encomendas todas em casa, até amanhã! Lots of positive vibes e "om"s e voodoos aos senhores dos CTT, sim? Concordam? Boa, então 'bora nisso...

Obrigado, obrigado!

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<modo Amália>   Já passaraqm por aqui mais de 100 leitores dos meus contos! Em 3 semanitas! Oh pa mim tão contente! Desce em em mim o espírito da Sô Dona Amália e só posso abrir os bracinhos, inclinar-me para trás e dizer: Obrigada, obrigada! </modo Amália>

No seguimento...

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... dum post que acabei de "favoritar" da Maria João , percebi que já não me posso pintar como a mau feitio, assustada, escondida, menina-certinha-mulher-louca-na-cama-que-ninguém-imagina. Tu, psicopata "muito bom" do "Deserto, Jamais!" acabaste com isso. Quase acabaste comigo, quase caí nas garras do que é partilhar o dia-a-dia contigo. Obriguei-me a sentir por ti o que tu enchias esse peito de armário para dizer aos outros e depois me cobravas entre as minhas quatro paredes, maioritariamente. Forcei-me a sonhar a vida que tu me impunhas. E tu saíste, como sempre, por um fôlego novo, por uma nova loucura, que agora só se estraga uma casa . Agradeço-te o medo paralisante, os dias em que chorei de cara enfiada no chão, me calei, fugi da minha Cristina (como se isso fosse possível, ela deixa-me é deambular, sempre comigo debaixo de olho), até por curiosidade e sob outro nome, ter aceite procurar ajuda.   Quando dei conta, os meses passaram, as lágrimas parar...

Tão "Eu"

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Ora "me and my monksish" parbalhona da vida, celebramos a estupidez humana desta forma vai para 5 anos! Bendita tarde de 1º de Abril, e não, não foi mentira!

Je suis...

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... très content parce que já estou a preparar o fim-de-semana. (Façam figas para a CP não me lixar, agradecida!)   ... très cansada, porque estive a "alinhavar" um trabalho até às 3 da manhã, adormecer às 4h, para levantar-me às 8h. E o trabalho com sorte só está acabado amanhã. Resultado, mais meia hora na cama e no breakfast :/   ... très irritada porque a manicure toda xpto que fiz durante o fim-de-semana e que me demorou quase uma hora durou menos de um dia! E cortei o cabelo a correr e o que parecia pouco ("só o estragado, nem se nota, foram menos de 2 dedos..."), a mim parece-me de caraças!   Posso ir para casa, enroscar-me na cama com os quadrixanos, dormir, ler e ver tv? (algo que não consegui fazer "direito" este fim-de-semana) Nota-se muito que é 2ª feira, que não me apetecia estar aqui e que fazer a mala, pintar o cabelo e tratar da beleza é muito mais interessante? (Como diriam os meus "meninos" brasileiros: pára de ser Fútil, B. !)

Mais mulher!

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6.40 da manhã. Uma noite da qual só tenho flashes, tal era a excitação. Momentos únicos que ainda hoje são material para piadas épicas. Uma conversa que, acreditava eu, só os casais especiais, como nós supostamente éramos, tinham, sem acabarem, sem se destruirem.   A vontade de me sentir bonita. Sexy, sensual. A excitação de supostamente estares no quarto "errado". A tua voz calma, mas ansiosa, com um toque de orgulho e preocupação. A vergonha da menina-Mulher que precisou de ouvir a tua voz, para te olhar.   Foi tudo isto que me ficou na memória. Não me lembro da dor, nem da falta de jeito, nem do medo. Lembro-me que, nessa manhã, com o nascer do Sol, me tornei ainda mais Mulher, "tua e mulher completa", como disseste orgulhoso o resto do dia.   Como sempre disse (e digo), não me arrependo de nada. Tivemos cada um o seu papel na vida do outro. E evolui(mos) tanto!   E de todas as prendas e dias e momentos, fizeste com que o dia da Mulher, fizesse de mim (ainda) mai...

Estão a ver aquelas pessoas...?

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... que ficaram para trás? Foi por pensarem o oposto. Get used to it, darlings! Eu cá me vou habituando à vossa ausência.

Ontem :)

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Descobri que os baixistas "também têm coração". Não que eu não o saiba há mais de 6 meses.   E não que não adore o "meu" Deacon (super-fértil) de paixão, mas enquanto trabalhava, ouvi yet another pearl dos meus Queen (cá berjinho Brian, Roger e John, e um hello, my dear to you Feddie!). Letra perfeita, com a doçura que o Deacon escondia atrás da timidez e que eu vejo tanto em ti meu menino-Rapaz!   Oh pa esta maravilha (um bocadinho Elton John, para o meu gosto, mas a letra é fofa!):  [E mudar de tema?... :)]

Quando regressas...

Sabes que voltas ao meu pensamento volta e meia? E que tenho medo de dizer o teu nome ao menino-Rapaz, só porque é o nome com que sonho, o nome de Homem ?   Mas agora voltas com aquele sabor doce. Dos momentos que foram o quão bons quanto puderam ser. Especiais, como as ocasiões deixavam ser. Aquilo é que foi Juventude ;) Claro que me pergunto o que teria acontecido se tivesse aceite sair daquelas 4 pardes contigo. Dizer que não ao Tiago Bettencourt e à companhia que me apunhalou, pelas costas, meses depois (e tentou arrastar o meu nome pela lama, Tuninhas, shame on you!). E tenho saudades do tremor que só o teu perfume me causava.   Mas agora, quando penso nos recantos e nas pessoas que deixaram de usar os "nossos lugares"... desejo-te felicidade, amor, alegria, tudo de bom. Vais sempre ser o lenço, a madrugada inesperada, o sorriso maroto, o orgulho de te ter, a história para contar aos netos "de quando a avó andou com aquele rapazola tão jeitoso".   Numa nota lam...

What's so great about normal?

E quando me disseste: lamento "burst your bubble", mas não tens assim nada de tão especial que justifique teres esse medo todo?   Ora, acho que foi a noite em que mais sorri à ideia de me aproximar de "normal".   E não é porque uma foi obesa, a outra operada e a seguinte desregulada mental.   É porque no dia em que prometi que te assustaria, não sabia que as tuas janelas estavam abertas todos os dias para vales com todos os tons de cinzento que já se imaginaram no mundo.   Mas tu queres ver que partilhar um grupo de pessoal non-like-the-ordinary contigo me vai ensinar coisas sobre mim?

Do nervoso

Miudinho, como eu!   Hoje assumi, o nervoso que me vai cá dentro quando o tema és tu. Do outro lado, de quem me ama sem motivos e sem reservas li um "isso é bom demais". E é. E não é.   Se eu sou a prova que a perfeição não existe e assim se pode sobreviver para contar a "estória", porque conitnuo a sonhar com perfeição, com algo que encaixe as peças todas?   Tremo de prazer, sorrio ao pensar nos dias que aí vêm, nas pequenas surpresas, no que é teu e guardo para te entregar, com todo o carinho. Nos bocadinhos que vão ser nossos, nas ideias que tens, nos bocadinhos em que os outros vão participando/participar.   Fico nervosa e penso (tantas vezes) que mesmo não sendo o homem do resto dos meus dias, és o 1º numa relação saudável que tenho. (Quem diria que "eu, tu e saudável" se iriam juntar numa frase, num momento sobre nós?)   E fazes-me sentir carinho e dar carinho e sorrir algumas vezes ao dia. Porque quero, porque posso, não porque o esperam de mim, mo ...

Sente-se mais?

Desabafa-se e o que é dito fica a ecoar, como ripple effects no que se vive depois.   Pior, parece nem se dar conta. Continua-se o dia-a-dia como antes, fazem-se planos e mostra-se vontade. Mas o eco continua cá, a pergunta que, para já, só vive n cérebro.   Nestes últimos dias, sinto-me a arrastar-me pelos cantos, a prosseguir tarefas, sem vontade de grandes coversas ou convívios. Vontade do abraço ou do carinho que são meus e verdadeiros.   Porque como EU digo "a única coisa que permanece para sempre, são as palavras".   Por isso é que, nos últimos dias tenho feito por reforçar tudo o que sinto, em palavras. Tentar guardar, clarificar mostrar, ao menos sei que não guardei para mim.