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E tu? O que fizeste na última década?

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Vi esta ideia de post no blogue da Cláudia , e eu, que até nem sou de grandes balanços, achei piada, mais por ser referir a uma década.   Então vamos lá: os pontos altos da década de 2010 foram...   Cimentei a minha carreira profissional; Fui morar sozinha; Adotei o Snape, o Botas e, mais recentemente, o Freddie; Fiz todas as minhas 5 tatuagens; Criei este blogue; Iniciei e terminei o meu Mestrado; Aventurei-me pelo mundo do Amor e, em 2012, conheci o m-R (e cá continuamos nós, cada ano mais "companheiraços"); Mudei-me para Lisboa; Fui tia pela 2ª vez; Comprei a minha casa "para sempre" (com vista para o estádio da Luz!); Comecei a viajar mais e fui conhecer: Suíça, Espanha, Alemanha, Inglaterra, Itália e República Checa; Despedi-me de amizades que julgava serem para toda a minha vida... mas com isso percebi a quem me devo dedicar e acarinhar; Perdemos o Botas, quase perdi a minha irmã e despedimo-nos de Sogrinho querido .   Muitos marcos positivos, alguns outros as...

Marcas "de sempre", mas que eu só voltei a comprar agora:

Há um produto que eu me lembro de ver no armário da casa de banho dos meus pais desde sempre. Uma latinha azul de Nivea . "A famosa". A minha mãe não comprava cremes de beleza para o rosto. Comprava a latinha azul. A minha mãe não comprava  after-sun de marca para depois da praia. Besuntava-nos com a latinha azul, quando chegávamos a casa. Era preciso "quebrar" um par de sapatos? 'Bora lá por creme da latinha azul nas costuras para não magoar os pézinhos de Cinderela... E eu fiquei farta da latinha azul da Nivea. Quando fui morar sozinha, não comprei. Quando me mudei para Lisboa... não comprei. Resumindo, "enjoei" de tanto ver, mesmo sabendo que o famoso creme funciona.   Entretanto... começaram a sair as linhas para cabelos, e os cuidados de pele... e eu comecei a ler  reviews  na internet. Vocês sabem que são aquelas duas "áreas" da beleza que me deixam sempre curiosa. Continuo sem me render à latinha azul. Mas comecei a olhar para os prod...

Mais presentes de Natal comprados online!

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Agora que o Natal passou, agora sim, posso partilhar alguns dos presentes que mais gozo me deu comprar. Porque os pude comprar com tempo e porque consegui encontrar exatamente o que queria para cada um, sem "perder tempo", ou gastar gasolina, ou andar no meio das multidões.   Antecipada como eu sou, aproveitei um dia de descontos e portes grátis na Shein em novembro e comprei os presentes para: o m-R; o meu bff, EVO; a noivinha de 2020 e a outra dama de honor; Eeeee a minha  lingerie  para entrar em grande em 2020.    Deixei-me passear pelo site e apostei um pouquinho em tudo: 2 camisolas para o m-R, mesmo com os temas e as cores que ele gosta; uma peça de cerâmica para a casa do EVO lá nas  Englands onde ele está emigrado; e umas pulseiras delicadas e muito fofinhas para a noivinha, eu e a outra dama de honor usarmos no grande dia, no "casamentazo de 2020"!   Tudo chegou perfeito, mesmo a cerâmica! Chegou 2 semanas e meia depois, bem dentro de tempo - a 02 de de...

Aquele presente de Natal que não esqueço?

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Um par de sapatos. Sim, um par de sapatos, estilo "Mary Jane", que o meu pai me ofereceu, no Natal de há 11 anos.   Em 2008, na altura do Natal, estava eu doente e desempregada, um final de tarde, o meu pai levou-me a passear à baixa do Porto. "Um passeio dos pobres", como lhe chamávamos, em que se passeia, vê-se as gentes, mas não se compra nada.  Caminhámos, falávamos do bacalhau para o Natal, dos anúncios de emprego no jornal (sim, sou desse tempo), dos brinquedos para o G., que na altura tinha 3 anos... e eu bati o olho num par de sapatos "Mary Jane" pretos, de cunha, numa sapataria que já nem existe, na Rua 31 de Janeiro. E não pensei mais nisso. Porque eram lindos, mas eram caros: €40, há 11 anos atrás, era muito dinheiro!   E na noite de Natal, sem eu sequer sonhar... lá estavam eles, debaixo da árvore. Com eles já andei pelo país, já sobrevivi a sustos (como o de ser atropelada  ), foram os sapatos que levei a muitas entrevistas de emprego, por sen...

Experiência | Chutnify, Bairro Azul

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Ainda demorei a escrever esta experiência que tive em novembro no Chutnify, um restaurante indiano féxon , com a Raquel ... porque correu mal.   Todos nós ouvimos falar sobre posts patrocinados e opiniões pagas. Sei que muitos de vocês acham que escrevo estes textos paga pelos locais - o que não é maioritariamente verdade, e quando o é, indico sempre. Porque é contra essa onda de "pagar para ficar bem" que me dedico quando escrevo estes meus posts de experiências em restaurantes. É cada vez mais caro comer fora, pelo menos para mim, por isso, gosto que as experiências valham a pena e sejam mesmo o momento feliz da semana.   Não foi o que aconteceu no Chutnify do Bairro Azul, DE TODO. Como sempre fui à Zomato para ver as opiniões, as notas, o menu, antes de reservar mesa. E estava tudo bem encaminhado, mais contente fiquei de ver que é um restaurante Zomato Gold em que oferecem o prato mais barato. Marquei com a Raquel a pensar que, com tantos elogios fossemos ter um bom janta...

Experiência | Vinho Grego

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Não estou esquecida, não!   Na senda das minhas partilhas sobre vinhos, e depois de visitar o restaurante grego no Porto, em novembro, venho-vos falar do vinho que provei lá.   Sim, este nome estranho. Na carta de vinhos o Makedonikos estava apenas marcado como "tinto equilibrado envelhecido em carvalho". Eu fiz uma pesquisa rápida na internet e vinha que uma das castas era Syrah - uma casta frutada e que envelhece bem em madeira. Como gosto da casta - e era o vinho mais acessível - arrisquei.   É sem dúvida um vinho frutado, delicado. Mas que ganha vida com a comida, especialmente com carnes. Depois de o provar emparelhado com a comida o vinho ganhou notas de frutos vermelhos e chocolate. E, a melhor parte para mim? Quase sem presença de taninos - responsáveis por "aquela amargura e "arranhar" no fundo da boca - ou seja, é um vinho suave, que para mim ganhou mesmo foi vida com a sobremesa.   A garrafa custou €11 no restaurante, mas ainda ando a pesquisar por ...

Faz algo novo antes que 2019 termine!

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Admito, já fui muito  mindfulness  e positiva e trabalhava-me (e às energias e às crenças). E lia muitos textos e artigos. E fazia listas. E criava metas. E "evangelizava" quem me rodeava.   E depois a vida aconteceu. E percebi que parte de ser adulta é não conseguirmos mudar os acontecimentos com o poder da mente ou dos desejos.   Não se enganem. Sonho pra  xuxu . Planeio. Desejo. Mas já não corro atrás de textos e livros e modas, à espera que me mostrem como lidar com a vida. Faço-o sozinha, oiço-me, tento perceber-me e vivo mais com a corrente, do que contra ela. Dou umas turras na parede, desespero em certas alturas. Depois tento parar e retomar caminho. Maaaas há algo que mantenho desde há 10 anos, quando comecei a dar um pouco mais de atenção a mim mesma: cada ano tento fazer algo que "antes detestava", pelo menos para deixar de ter sentimentos negativos tão fortes.   E qual foi a minha ação " no more hating without knowing"  de 2019? Ler o meu prime...

#coisaboasà6ªfeira | Vamos ajudar?

É quase Natal, todos estamos mais atentos, mais abertos, mais predispostos a fazer o bem - pelo bem e para nos sentirmos bem.   Por isso, o post de hoje é um pouco diferente, e insiro-o na categoria #coisasboasà6ªfeira na esperança que realmente aconteçam coisas boas a partir deste post.   Na semana passada fui contactada pela Cíntia com um pedido de ajuda .   Como (diz ela), eu chego a mais pessoas, ofereço o meu blogue para partilhar convosco um pedido de donativos natalícios, para duas famílias que se encontram a passar necessidades: No Lavradio, temos a Liliana, sozinha com 3 filhos (as filhas têm 7 - Yara - e 18 - Inês - e o filho 16 - Rodrigo). Há 3 anos ela teve um acidente grave de carro que a deixou em coma e sobreviveu contra as expectativas, mas ficou com sequelas, teve que fazer fisioterapia e tem muitas dores. Cortaram-lhe o RSI na altura, a assistente social disse que estando internada no hospital não tinha direito. Agora recebe o RSI e os abonos dos meninos. Apesar de o ...