Parece de novela
Mas não é.
Não foi de propósito, não fi pela data que se aproxima.
Mas desabei.
O Natal, a maior convivência, a insistência em "arrastarem-me" para os dramas, as obcessões, os problemas; e a minha incapacidade de não responder, de não tentar ajudar, de ser uma "esponja" emocional, fizeram-me desabar.
Juntem a isso, em terapia, ter-me aprecebido de uma frase terrível, que nenum filho merece ouvir.
Senti-me um nada, na lama, sem valor.
E tive, de urgência, de contactar o psiquiatra.
Os pensamentos maus voltaram. A falta de apetite, o ser funcional porque o mundo obriga e que termina comigo aos gritos ao fim de cada dia.
Explicou-me que este momento não foi um passo atrás, foi um reconhecer de que ainda não tínhamos postos a doença à prova e que, por isso, as doses estavam desajustadas.
Disse-me para ficar satisfeita por ter reconhecido os sinais e por ter pedido ajuda.
Estou no final da primeira semana de convivência com as novas doses, faltam mais 3 para, segundo ele, me voltar a sentir melhor...
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