Ser adulto também é:
Passar pela primeira anestesia geral.
Aconteceu faz duas semanas, para um exame - e vá, está tudo mais ou menos bem, vamos ver os resultados das análises e biópsias...
Enquanto esperava, nervosa como tudo, porque nunca tinha passado por isto, pensei em muita coisa:
> na música que estava a dar (graças a Deus passou Robbie Williams, já não morria mal);
> no sono que deu esperar - mais um bocadinho e não precisava de anestesia...
> no frio, porque lá fora estava calor, e fui de sandálias, mas umas meias tinham feito falta;
> na minha irmã, que a última coisa que viu, foram luzes daquelas, num teto hospitalar, "sozinha".
O adormecer foi o mais rápido do mundo, nem houve cá contar para trás como nos filmes. As enfermeiras e médicas foram simpáticas e vim com recomendações para fazer mais exames da família, mas agora o mais difícil.
O complicado foi o pós. Não sou das que passa por uma destas e foi só um soninho bom.
Valha-me m-R que me cuidou, que me aturou, e que me "deixou" ficar a descansar no dia seguinte, a dormir, ler, beber água, estar com os gatos.
A ver vamos os próximos episódios.
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