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A mostrar mensagens de novembro, 2023

Receita - Banana Bread com nozes

Na semana passada partilhei no Instagram a "invenção do mês": pão de banana com nozes. E o pessoal que por lá passa pediu para partilhar a receita.   Como sabem, detesto desperdiçar comida, e no domingo de manhã apercebi-me de 3 bananas no frigorífico que já estavam "mais para lá do que para cá" em termos de madureza. Vai daí, toca de ir ver às internets da vida, mas nenhuma receita me enchia as medidas, queria algo simples, fácil e sem maluqueiras nos ingredientes. Li umas quatro receitas, "cortei e colei", olhei para o que tinha em casa: et voilá.  A minha versão tem 100% farinha integral e só leva um ovo, dadas as minha intolerâncias alimentares: Cá ficam os ingredientes por ordem de entrada na receita: 2 chávenas de farinha integral 1 colher de sopa de fermento em pó 1 pitada de canela 5 nozes médias em pedaços 1 colher de sobremesa de sal grosso > misturam os ingredientes secos e a seguir juntam 1/2 chávena de óleo de coco 3/4 de chávena de açúcar ...

Faz algo novo!

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Eu fui a um concerto sozinha! Fui ver a Marisa Monte, em Lisboa.   É uma das minhas musas da adolescência. Sempre me fascinou a voz de sereia, o cabelo lindo, o sorriso fácil, as letras humanas. Fui para a zona de mobilidade condicionada, pude ver o concerto sentada, sem empurrões, sem confusões. E a Marisa foi fantástica, exatamente o que ouvimos nos discos.   Nunca é tarde para fazer algo novo, que assusta. O importante é manter a calma.      

Como é estar quase a chegar aos 40?

Estou com a idade em que a minha irmã descobriu que estava doente... em breve estarei com a idade que ela tinha, quando nos deixou - se Deus quiser.   Não tive, de todo, a atitude de me "agarrar à vida" ou "viver mais" (como a minha mãe tanto me pede).  Tentei, mas não consegui. E fui parar ao extremo oposto: baixa psiquiátrica durante 6 meses...   O que tenho percebido sim é a minha humanidade, os sinais da idade no meu corpo. E tendo uma deficiência e problemas de mobilidade, a pandemia piorou tudo... e o fechar-me em casa durante a baixa, também.   Ter está idade é ter hérnias discais, dificuldades a fletir os joelhos, falta de equilíbrio em pisos estranhos, precisar de usar todos os corrimões disponíveis.   Com vergonha, com receio dos olhares, faz agora 8 meses entrei no ginásio mais bonito da cidade e, literalmente, pedi ajuda: ponham-me a trabalhar com um PT que QUEIRA trabalhar mobilidade e motricidade. Que não me venha com tretas sobre emagrecer e crises da...

Momento musicól - como diz o Herman José!

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Chá-ólica para sempre!

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Continuo uma doida por chá. Tenho dificuldade em beber água  per sei  mas chá? Venha! Graças à "nova loja da moda", a Normal - encontrei a marca Clipper, que noutras lojas custa €5 e que lá custa menos de 3. O de erva-príncipe e eucalipto é forte, bom para beber com mel no inverno. Mas este aqui debaixo e a sua versão com chá verde e menta são  Há coisas que não mudam, valha-nos isso!   *post em nada patrocinado!

A amizade é uma forma de Amor

Sempre defendi esta frase. Amizade é o Amor escolhido, pela personalidade, pela circunstância. E que vive e cresce com o Tempo, que não depende da paixão.   A amizade-amor percebe-se quando os olhos batem (nas escadas caracol) de fato de banho da Arena e cresce na escola, na faculdade, na i e emigração.   No conhecer o sorriso que está do outro lado sem o ver, o viver "a data" na ansiedade de estar a enviar mensagens às 6 da manhã. De nunca perdermos a beleza, porque o coração só melhora, mesmo mancos, velhos, cansados e com óculos.   A amizade-amor é comer coisas boas, é rir de soslaio das frases que ficam ouvidas da mesa de outros. É contar as verdades que se tem medo de dizer aos outros. Sabendo que seremos ouvidos, acarinhados, e, se possível ainda mais amados do que 5 minutos antes;  ver que o olhar de quem Ama só quer amar mais, reforçar mais, celebrar mais; por todos os momentos em que os outros não o fizeram. Por todos os momentos em que a vida não deixou antes.   É f...

Andas para aqui a falar do mundo digital…

Tenho andado a falar de influencers e blogs e do que eu vivia por aqui antes.   Nao me interpretem mal! Devo a este mundo pessoas fantásticas. Que fazem parte dos meus dias. Que são ombro, coração, colo. Algumas (representaram quase 10% do total de convidados) até estiveram presentes no m-casamento!   Isto são é desvaneios de quem não só anda por aqui há décadas como... volta e meia ainda faz disto vida profissional - daquela que paga as contas mesmo.   E que em cima disto tudo é uma analista-zinha do caraças. 

Deixaste de falar de restaurantes?

Aqui, sim - para já. Mas no Instagram 80% das minhas fotos são sobre comida ou stories de espaços.   Mas há 3 verdades que devo partilhar: 1. Adoro comida, comer e beber, mas tenho que ter calma ou facilmente me torno obsessiva, para o bem e para o mal. E sim, é fantástico ser contactada e convidada por restaurantes e ter a agenda cheia; mas não é saudável comer a pensar em quanto tempo de exercício tenho que fazer depois para queimar as calorias; 2. Adorava a sensação de credibilidade que cada convite me dava. Nunca menti, o que aconteceu foi o que escrevi. Maaaas era muito pressionada a florear, a embelezar a adjectivar de fantástico tudo quanto era sítio - só porque é o que os outros fazem. Entristeceu-me, cansou-me e afastou-me. Será que foi por isso que nunca cheguei à fama e aos grandes números?... 3. Em todos estes anos ainda tenho leitores e amigos que me pedem opiniões, dicas, locais com bons preços ou descontos. E sabem o que isso me faz sentir? Útil! Especialmente agora que ...

Quando a vontade passa…

Tenho pegada digital desde 2004. Comecei nos fóruns internacionais. Detestava blogs. Em 2008 dei a mão à palmatória e criei o meu primeiro blog. Era bilíngue, muito pessoal. Graças a ele vivi momentos fantásticos e momentos terríveis. Fiz amizades que duram até hoje. No dia em que deixei esse canto para trás, sabia que lá não ia voltar. Mas gosto muito de certos textos e alguns até os partilhei aqui.   Hoje cruzei-me com a conta de Instagram de uma pessoa que conheço dos blogs há uns bons 12 anos... Fala da sua evolução, das suas certezas, de que é "assim e não assado", de que sabe muito bem do que gosta, apesar de dar "oportunidades" dentro do seu nicho.   Ando nisto há quase 16 anos... e digo-vos. Em certos casos, a certas personagens, não é a "evolução" que acontece, é a noção que a fama não vai acontecer.   Sim, porque neste caso, enquanto lhe interessou até cursos vendeu, e criou marcas e impingiu parcerias como quem precisava de pão para a boca.   Ag...