Bons filmes, inesperadamente
Nos últimos tempos, a nossa vida é repetitiva, mas, a meus olhos, de um repetitivo bom. A rotina, positiva, de quem se encontra em si mesmo, na sua vida, e a aceita. 2017 vai ficar marcado por isso: o ano em que deixei de sentir necessidade de olhar em volta, à procura do que os outros fazem, têm ou sentem. Pela primeira vez, em anos largos, estou na "minha roda viva", que não está a acontecer pelos melhores motivos do mundo, e estou bem (abananada, mas bem). Casa, trabalho, ginásio, casa. Um almoço fora quando calha, muitos passeios no carro novo. E gozar a nossa casa como não o fizemos no 1º ano. E isso tem levado a descobertas fantásticas na TV. Sabem aquelas tardes ou fins de dia em que se faz zapping "só porque sim", sem esperança, porque os programas são todos iguais, ou repetidos, ou antigos? Quem nos tem safo é Canal Cinemundo e as suas "3ªs feiras de comédia": esta semana deu o filme, "Anacleto, agente secreto". Um filme espanho...