Eu devo ser uma insensível
Ok, expliquem-me como se eu tivesse 5 anos:
Quem raio é que começa a namorar, casa ou tem um filho.
Sei lá... Se ajunta e:
Tcharan! A esponja/esponjo passa a ser a mulher/homem mais importante do mundo, TOMANDO O LUGAR da mãe - "crianças" que fazem isto, se não houvesse mãezinha para vos fazer, "ajuntamente" com o vosso paizinho, não tinham vidinha para conhecer essa pessoa, amor inagualável das vossas vidas.
A cria tida com tal enponj@ ocupa o 2º lugar do pódio dos afetos do mundo.... TOMANDO o LUGAR DO PAI (avó da piquena cria).
Sou só eu que sou burra e vejo as prioridades da cena assim?
- filhos - se os há
- pais - se, graças a deus, são de jeito e estão vivos
- esponj@, amancebado, ajuntador@ de trapinhos
Páh, adoro o m-R, que o adoro e vocês sabem.
Mas Deus me guarde o dia em que fale dele com mais entrega e amor do fale que dos meus pais, ou do meu sobrinho-afilhado, enquanto não há filho.
E sim, quando em dia houver um m-bebé, o m-R sabe que a criancinha sim, passa para 1º da lista de prioridades dos DOIS!

Ou eu sou uma insensível ou o ideal de Amor e relações saudáveis anda pelas ruas da amargura...
Nisso tenho de pensar como tu...
ResponderEliminarSou sincera, Isabel, não sou nada a favor de "hierarquias de afecto". Cada pessoa gere as suas relações como quiser, mas na minha vida não entram.
ResponderEliminarPara mim, pais e irmão/namorado de longuíssima data que é como se fosse marido/possíveis futuras crias, estão todos ao mesmo nível.
São amores todos diferentes, nenhum mais importante que o outro e todos indispensáveis (excepto o dos filhos que ainda não os tenho) à sua maneira.
Nenhum substitui o outro. :)
Acho que isso é tudo muito relativo, e muito pessoal.. tens filhos que não se dão com os pais, tens pais que não se dão com os filhos, tens mulheres que não aguentam a pressão da maternidade e abandonam os filhos, tens homens que competem com os filhos pela atenção das mulheres... enfim.. a humanidade é muito complexa, há coisas que nem vale a pena pensar muito nelas :)
ResponderEliminarNão és uma insensível porque eu concordo com as tuas listas de prioridades xD
ResponderEliminarO falecido tinha como primeira prioridade eu e só depois o filho. Já eu sempre tive o meu filho como prioridade. Eu fazia questão de lhe dizer que o filho é que vinha primeiro. Continua a cometer o mesmo erro desta vez com a namorada.
ResponderEliminarIsabel, por acaso não concordo nadinha com a tua opinião (tinha de chegar o dia, não é? :p). Acho que não há hierarquias, acho que há sentimentos muito fortes que nos unem. Se a família (a ser de jeito) é a melhor coisa que temos na vida? É! Mas a nossa família vai, um dia, incluir o mais-que-tudo que, não sendo de sangue, é como se o fosse. E acho que, sinceramente, não se deve dizer esse tipo de coisas... como se houvesse pódios para os afectos e uns nunca pudessem tornar-se tão importantes como outros. Adoro de paixão os meus pais e os meus irmãos, mas não consigo imaginar a minha vida sem o mais-que-tudo. Estão todos no mesmo patamar. Se isso pode mudar? Claro! Mas enquanto durar há-de ser assim :) *
ResponderEliminarBoa tarde ! Acredite você não é uma insensível!
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