Sparkling Pager!
Oh Tosca?!
Oh Téré! Onde anda você?
Não ouves o telemóvel a chamar? O gritinho rodeado qual gargalhada, escondida na sala, que quero ouvir no meu telemóvel?
Responde-me, nem que seja em Morse, ou sinais de fumo. Diz-me de tua justiça. Conta-me como estás a comer os exames todos de cebolada.
Diz-me que as nossas saudades, a falta e o bocado ausente são o mesmo, na mesma pessoa.
Estende a mão para a minha. A que tenho estendida desde a madrugada em que me chamaste.
Sentes o quão triste estou? E assustada?
Sabes o quanto te amo. E como te quero aqui.
O anexo existe e tem bocadinhos de nós. Garanto isso. E tu crês-me, certo?
Amo-te. E a distância - a geográfica e a imposta - partem-me por dentro.
Atende o Sparkling Pager.
Não quero esta saudade toda que cabe em dois corpos, da mesma pessoa.
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