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A mostrar mensagens de fevereiro, 2013

Not again...

Aproxima-se a data e o castelo de areia treme.   Sei que é muito difícil, novo, quase contra-natura para ti. Vejo-te aceitar, alimentar e deixar crescer o sentimento todos os dias e isso deixa-me muito feliz.   Também é difícil para mim, acredita. A distância, as saudades, o conhecer o teu passado e os teus velhos hábitos. Confio em ti, na nossa amizade e verdade um para com o outro mas também temo. Como te disse há um mês e qualquer coisa, também tenho aqueles dias em que me assusta que não estejemos a 15 minutos um do outro, mas para alguma coisa servem os meus contos passados e aproveito para aprender com eles e aplicar em ti, para que de mim tenhas o melhor que te posso dar.   Ver-te mal doi-me, mais do que imaginava. Sei que te custa não ter palavras de apoio para mim. Mas o quase desapego que vi nas tuas palavras hoje, a banalização... magoou-me. Assustou-me.   Quando percebo que te quero tanto, o castelo de areia treme. Sei que não tiveste intenção. Que nem deste pela força das ...

Sabes que...

Sabes que passaste a sério quando passas a contar as moedas para estar com ele. Para o fazer feliz, para ter sempre um pequeno presente. Sabes que gostas quando sorris às brincadeiras dele, e ao apoio semi-cerrado, e aos pensamentos recorrentes de "quando é que vou mesmo para aí?" Sabes que és verdadeira contigo, quando te desejam felicidades, te dizem mais madura, brincam contigo, mas no final do dia o teu coração volta para o mesmo lugar, o teu coração bate mais forte de saudades, e ris quando vês que ele já te vai percebendo. Sabes que és verdadeira com os outros, quando o aceitas, o que antes faria diferença agora é um detalhe, e o anterior já era e ele é o presente, que dura com os dias.   Se quero o "rótulo"? Quero, mas depois lembro-me que somos feitos de datas e que ele já me ofereceu o "rótulo" há uns tempos... O resto do mundo vive numa "need to know basis" e eu vivo feliz, dentro da minha felicidade, dentro da capacidade que estou a ap...

Ando a dar voltas à cabeça...

Realmente é-me estranho ver ermitas por a cabeça de fora da toca. E depois lembrei-me: é Inverno, tcharaaaan!   Agora já posso voltar a ficar "naquela" e continuar na minha vidinha.

Conta-me um conto...

Há quase um ano que esta ideia me baila na mente. Primeiro escondi-me, depois fugi, a seguir vivi os contos dos outros... mas nos últimos tempos percebi que aqui esta menina-Mulher ainda tem muito para contar.   De volta a contos meus, mais do que dos outros. De volta à privacidade da minha mente, num lugar que guardará as minha memórias muito para além do que a memória o permite.

Contactos

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Não sou a rainha das selfies , esqueço-me de fazer diretos no  Facebook ou Instastories ... Porque sou muito mais das opiniões, das memórias e dos pensamentos.   Por isso, estou deste lado, aberta a ideias, a formas de melhorar, a novos contactos. Tens uma dúvida? Precisas de ajuda? Queres saber o que acho de algo? Tens uma marca e queres ajuda para a dar a conhecer? Estás a organizar um evento e achas que é a minha cara? Viste-me na rua, mas não tiveste coragem de me dizer olá?   Não temas! podes-me encontrar aqui: Na Página de Facebook No Perfil no Google+ No Instagram   E não te sintas tímid@, cada contacto é um sorriso de alegria pura garantido!

Sobre mim

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Sou Portuense, mas não Portista. Sou Portuense, nascida e criada, com orgulho; mas sempre senti que a minha vida iria mudar em Lisboa. E mudou. Este blogue começou pouco depois do m-R, Lisboeta, metaleiro, Inginheiro ... se ter cruzado na minha vida e me ter mostrado que o Amor, como cantado aqui , existe.   Este cantinho existe, por um sem número de motivos. Para me "confessar", para desabafar, para destruir pré -conceitos. Para partilhar experiências, para mandar bitaites, para mostrar o que o mundo pelintra tem de melhor. Para escrever o que não quero que a memória esqueça.   Aqui, toda eu sou virgulas, reticências, pontos de exclamção: emoção. Volta e meia lá se dão uns pontos finais. E, no limite, um parágrafo, para mudar a estória .   Este cantinho é meu, mas a porta está aberta a todos. Aqui não há raças, géneros, religiões ou lutas políticas. Entrem e façam desta casa vossa também. Eu cá estarei para vos receber e espero que gostem de por cá passar.   Qualquer coisa, ...