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Como saber que estamos a chegar ao fim do ano?

Não é só o trocar para a roupa e o calçado de inverno. Ou mudar a roupa da cama e os pijamas para as versões quentinhas.   É começar as arrumações e as limpezas. Medicamentos velhos, objetos que já não se dá uso, finalmente ir às gavetas buscar aquela vela ou creme, ou perfume para a casa que se andou a "guardar". Encontrar novos usos para produtos que não funcionaram, mas que se quer fazer render/valer o dinheiro e acabar.   Vocês também são assim?

T-1 mês

95% dos presentes tratados.   Falta a comidinha.   E por aí?

Saudades

De fazer um bolo, de beber um chá.   Os bolos não têm saído bem. A vida está um caos sem grandes pausas.   Quem sabe consiga, quando for tarde de montar a árvore de Natal - não, o espírito ainda não chegou cá a casa.

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Paixões de pós-adolescente

Comédia stand-up. Adoro, desde muito nova. Afinal de contas sou da geração do "Levanta-te e Ri". Tenho os meus favoritos, e, quando morava sozinha no Porto, juntamente com um amigo, víamos pelo menos um espectáculo por mês, ao ponto de sermos conhecidos no circuíto do Norte.   E este mês vou poder regressar, ver um dos meu OGs, em Lisboa, com o m-R. Estou tão contente de ainda ter momentos de viver paixões boas, que são quasi-eternas!

Monotonia

Quem diz que a monotonia tá conta de uma relação... Só vos digo: ao fim de uns 9 (?) anos, com a chegada do outono - e o cansaço das ultimas loucuras familiares - retomamos os sábados de prato de conforto (cozinhado por mim), um bom vinho a 2, e um filme (ou da infância, ou nunca antes visto).   Quase como uma pandemia (mas das boas) a dois.

Pensamentos no ginásio

Olhar à minha volta... Ver o ginásio movimentado às 8h. E ver que é tudo: pessoal a treinar na sua; pessoal a treinar em casal; pessoal a treinar com os amigos.   Todos no seu mundo, sem confusões, sem conversas, com espaço para todos.   Vivam os ginásios sem aulas de grupo "da moda", vivam os ginásios de bairro.

Sorte grande

Olha lá Já se passaram alguns anos Nem sequer vinhas nos meus planos Saíste me a sorte grande! E eu cá vou Gozando os louros deste achado Contigo de braço dado Pra todo lado.   Sorte grande. De coração. De tamanho. Sorte de passarem décadas, e eu ver o homem feito, com os olhos e o sorriso de 12 anos, brilho verdadeiro. Mesmo com nuvens e chuva dentro deles.   Agora temos mais ruas que conhecem os nossos passos juntos. O teu abraço é porto-seguro; e espero que o meu te seja também, mesmo em fase de mudanças.   És ouro, qual azeite virgem (PORTUGUÊS) da mais alta qualidade. És bom, por dentro e por fora. És dos melhores homens que existem. E não estás sozinho. Posso ser a voz chata da racionalização, mas também a voz chata que te lembra todos os dias, que és humano dos bons, que és amor e carinho, que terás sempre beijinhos e abracinhos.   Este ano brindámos juntos, e com ginjinha, meu EVO. Venham os próximos 26 anos.