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Tinta na pele

Eu era anti- tatuagens. (Pausa para rir)   Em março fiz a 11ª.  É a primeira vez que tenho 4 tatuagens desenhadas pela mesma pessoa. Uma colega de escola, com um espírito e humor fantásticos, e que compreende o meu simbolismo.   Este mês ela desenhou e fez a primeira tatuagem do meu G., que ma pediu como presente pelos seus 20 anos. Uma tatuagem de homenagem à mãe, à minha irmã, e ao pai, e ao casamento deles. Ficou linda, simples, singela, delicada. Como a mãe era. Eu, deste lado, só consigo sorrir à foto. Está um adulto sentimental, o meu menino!

Desilusões adultas

Quem me lê faz muuuuito tempo sabe que eu sou fã do Aldi.   Maaaas por motivos logísticos passei a visitar mais o Lidl.   Ora, no fim de semana passado, no meio das voltas/tarefas da vida adulta... consegui voltar ao Aldi. Ia toda contente, só faltava ir aos saltinhos... Desilusão! Estava meio vazio, sem grandes promoções, fraquinho nos legumes, fraquinho nos congelados e sem produtos de campanhas assim mais thacharan...   Senti-me enganada, traída até.

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Votem

Não tiro selfies, nem fotos ao boletim.   Voto, sempre. Com sangue de Abril, de protesto, de resistência, de sindicalismo nas veias.   Votei antes das 10h. Com orgulho, com referência, com consciência. Façam o mesmo. Por vocês, por todos. Votem

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Os seres humanos são complicados. Teto ouvir, perceber, adaptar-me, mostrar a relevância que têm na minha vida. Dou o meu melhor, mesmo cansada, desconfortável, sem certexas - vejo nos humanos a capacidade de, mesmo depressiva ou ansiosa, não perder a ligação ao mundo. E pimbas - mesmo com o esforço e atenção, o respeito, a consideração, a capacidade de ouvir de volta, de perceber, de tentar perceber em mais de 5 segundos deita tudo por terra. Mas faz parte do meu feitio continuar a tentar, até que um dia as coisas melhorem.

Music time #3

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Votem este domingo. Por vós, por todos.

Amar é comunicar

Eu e o m-R somos o exemplo. Especialmente desde o meu burn-out, diagnóstico e medicação. Aprendi á força da bala que o melhor caminho para ser compreendida é dizer o que se passa, o que sinto, o que consigo ou não, de que preciso. Ele ajuda e aceita - se satisfeito ou não, "afetado" ou não, não sei, mas é o melhor companheiro que o Universo me podia ter oferecido. Agora (faz quase 3 anos, mas tem sido um processo) tenho implementado o mesmo na minha relação com o H. Comunico com ele, trato-o como adulto que ele é. Converso, explico, partilho, informo. Como Madrinha, como Ser humano, com m-M. E ele, tem respondido, especialmente desde que começou a namorar com a S. (que miúda espetacular!) E esta Páscoa... caraças... fez-me amá-lo ainda mais (tal não é possível, mas é para perceberem): deu-me 3 presentes: um de brincadeira, um que tinha na lista e um feito à mão por ele, com base em algo que nos une desde que ele tinha 4 anos.   Comunicar para melhor amar ou saber amar não é s...

Eu leio-vos

Fico radiante com os vossos comentários aqui. Adoro ler-vos, as vossas partilhas, carinho, motivação a esta humana-estranha deste lado. Ultimamente não tenho respondido porque escrevo no telemóvel, em pequenos momentos de partilha, do mais verdadeiro e do mais "espírito de partilha" que alguma vez tive aqui, desde 2020.   Espero que compreendam e que continuam, porque saibam, que, deste lado, vos leio, vos sorrio, vos agradeço e vos sinto. Abraçando cada palavra e cada partilha.