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Thank you, next.

2023 não deixa grandes saudades. Foi de enganos, de confusão, de injustiças. De luta - e de luto - para variar.   Diz quem me vê valor que sou guerreira, inspiração, coração grande. E são esses que deixam saudades. Os abraços, as patuscadas, as palavras quentinhas, as gargalhadas, as celebrações.   Foram vocês, o meu hóme, os meus tri-chanos, a minha casa, que me mantiveram à tona.   Posso estar em baixo e cansada, mas tento não ser ingrata, tá?   Para o novo ano não tenho metas, nem resoluções- as poucas que estou a manter agora, só me apetece largá-las e voltar a tentar na próxima década.   Deste lado só há desejo de Calma, Saúde, Amor e um bocadinho de Sorte; a ver se 2024 tem um bocadinho mais de Alegria.   Cá beijinho, péssuaú e que recebam em dobro o que de bom aqui escrevo. 

Let it go, let it go…

O Natal já foi. E foi difícil, oco, cheio de esforço não reconhecido. E foi assim que percebi que isto de ter apoio psicológico e psiquiátrico não é invenção ou frescura. É necessário. A semana que passou deixou-me em baixo, a próxima pouco vai ajudar.   Toca de por um sorriso no rosto, mas ao menos compreender que o que se passa cá dentro não é loucura; é trauma, é saudade, é vácuo. E não está tudo bem, mas ao menos está compreendido.   Boas entradas péssuaú - e melhores saídas!

Metas de 2023 - que ultrapassei

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Calma, não vou escrever um texto todo pipi, todo motivador.   Vou só falar de como, sem obrigações ou pressões sociais este ano consegui regressar à leitura. Alterei 3x a minha meta de leitura, e ultrapassei-a - comecei por pensar em 1 livro por mês; depois pensei: "arredonda-se o número para 15", e quando dei conta, li 16. Acho que tive sorte com os livros que fui escolhendo. Recomendo estes 2, especialmente, porque mal os consegui largar: Vou fechar o ano a ler o 17º. E sim, foi bom voltar a ter noites em que nem liguei a TV do quarto, fui só eu, o m-R, os tri-patudos e o livro.

Piquenos sinais do "Apocalipse" #1

Não fui eu que montei, desenhei ou preparei a árvore de Natal este ano.   (Quem conhece este blog de anos anteriores, sabe que é o "drama, o Horror, a tragédia".)   Atirei 3 cores ao ar, e o m-R tem estado a tratar disso - sim, a dia 15/12.   Deus o abençoe.    

Saudade

Esta semana expliquei a uma colega não portuguesa, o tamanho infinito da palavra saudade.   Falei de Fado e de emigração. E de como é algo unicamente português.   E não lhe falei de ti, Anita.   "Caiu-me agora" mais uma das fichas dos últimos 3 anos quando olhei para "aquela" foto. Aquela que eu tirei toda contente, com sorriso de rato.  E tu tiraste calmamente, com o teu sorriso fechado.   É uma merda o mundo continuar sem ti.

Só para partilhar com quem sonhei hoje...

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Sonhei que tinha sido adotada pela Pipoca mais doce. Sim, leram bem!    Viajei, com a família (completa, porque o Arrumadinho ainda era marido, no meu sonho), fomos às compras, tínhamos que vestir, pelo menos, uma peça de roupa vermelha - todos os dias... Maaaas eu tinha que viajar de pé, no carro, porque com as cadeirinhas das crianças, não havia espaço para mim.    (A minha mente anda muito fértil, como podem ver) 

Receita - Banana Bread com nozes

Na semana passada partilhei no Instagram a "invenção do mês": pão de banana com nozes. E o pessoal que por lá passa pediu para partilhar a receita.   Como sabem, detesto desperdiçar comida, e no domingo de manhã apercebi-me de 3 bananas no frigorífico que já estavam "mais para lá do que para cá" em termos de madureza. Vai daí, toca de ir ver às internets da vida, mas nenhuma receita me enchia as medidas, queria algo simples, fácil e sem maluqueiras nos ingredientes. Li umas quatro receitas, "cortei e colei", olhei para o que tinha em casa: et voilá.  A minha versão tem 100% farinha integral e só leva um ovo, dadas as minha intolerâncias alimentares: Cá ficam os ingredientes por ordem de entrada na receita: 2 chávenas de farinha integral 1 colher de sopa de fermento em pó 1 pitada de canela 5 nozes médias em pedaços 1 colher de sobremesa de sal grosso > misturam os ingredientes secos e a seguir juntam 1/2 chávena de óleo de coco 3/4 de chávena de açúcar ...

Faz algo novo!

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Eu fui a um concerto sozinha! Fui ver a Marisa Monte, em Lisboa.   É uma das minhas musas da adolescência. Sempre me fascinou a voz de sereia, o cabelo lindo, o sorriso fácil, as letras humanas. Fui para a zona de mobilidade condicionada, pude ver o concerto sentada, sem empurrões, sem confusões. E a Marisa foi fantástica, exatamente o que ouvimos nos discos.   Nunca é tarde para fazer algo novo, que assusta. O importante é manter a calma.