O amor, luxúria, revolta, luto e aceitação - numa pessoa.
Ontem à noite adormeci sem palavras, à parte de um "não", em loop. Foi o m-R que me deu a notícia, mas acho que nem ele tinha a noção que me ia afetar tanto. Ainda há dias dei por mim a pensar que um concerto, da próxima tour (porque até vem aí um álbum novo...), não me escapava. As palavras não saíam da boca, pensando num artista que me faz feliz desde a infância. Tudo, enquanto, na minha cabeça tinha/tenho "conversas e memórias intermináveis" do tanto que cresci com ele, a ouvi-lo. E o bom que é ter aprendido muito sobre o mundo e a relevância do seu trabalho, ao nível geopolíti co e sócio-económico. E sim, é irónico que este seja o "Last Christmas", mas peço-vos: escolham-no como companhia, oiçam, com carinho, os álbuns " Listen without Prejudice " e " Older ". Pela emoção e humanidade nele(s). George Michael era um símbolo da pop mas também era um autor que nos transmitia amor, luxúria, revolta, luto e aceitação, como ninguém. ...