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A mostrar mensagens de outubro, 2025

Ainda não parei

De pensar em voltar a estudar.   A "dúvida mais recente" é: outro mestrado numa área diferente, não relacionada, mais baseada em paixão?   Ou doutoramento na área para fazer sentido na ligação dos temas?   (É isto a crise da meia idade?)

Do Amor

Pediram-me para pensar em "coisas boas e bonitas".   Pensei na minha irmã. Viva e saudável.   Sei que muitos se perguntam: não pensa no marido? Nao pensa nos pais? No sobrinho?   Penso. Mas eles não são algo etéreo, bom e bonito para pensar na tentativa de acalmar os nervos.   Eles são vida. São Amor de fontes e intensidades diferentes.   A minha irmã é etérea e eterna.

Aos 40, descobri que…

Não gosto de andar de maca. Dá-me vertigens.

Sei que vos prometi

Uma review da viagem surpresa. Mas ainda estou a processar tudo.   Fomos a Varsóvia, uma das cidades que estava na minha lista de "to-see". E é uma cidade interessante, com muitos ângulos. Muita história e museus - tal e qual como eu gosto - tudo num ambiente pouco turístico, mas cheio de vida, como uma capital é.   Foi realmente uma viagem surpresa. O facto de ter sido surpresa até chegar à porta do avião. Os passeios pensados, o espaço para parar "aqui, porque afinal tem algo giro". Os planos culturais, e o viver como os locais.   Acima de tudo, foi a pausa mental perfeita para entrar na nova década. Para celebrar calmamente. Para começar a digerir o "ter a mesma idade que a minha irmã". Foi maravilhoso ver que o 09/09 também é motivo de lembrança dos que mais me querem. E a todos agradeci as palavras "quentinhas". Prometo vir contar mais, à medida que for processando. O que gostariam de conhecer melhor? Museus Zonas da cidade Igrejas Passeios ...

Relações parassociais nas redes

Trabalho com redes sociais desde 2010. Fiz parte das "fases" todas, ainda me lembro de se acreditar que as redes serviam para aproximar pessoas, garantidamente.   Tenho pessoas do coração que conheci através dos blogs - sim, os blogs também são uma rede social. Mas, há uma coisa que nunca percebi - e acho que foi algo que não vivi, nestes anos todos: ser uma micro-influencer super dedicada à vida dos grandes influencers.  Seguir-lhes os passos, comentar os acontecimentos todos, "celebrar" a vida deles.   A isso chama-se relação parassocial: do ponto de vista do influencer mais "pequeno" a sua dedicação e sentimento faz diferença na vida do grande influencer. Do ponto de vista do grande influencer: és só mais um, ajudas no alcance, fazes sorrir durante 2 segundos, e "'bora para a frente, que atrás vem gente".   Por isso, sim, segue quem gostas, fica contente, sorri. Mas não penses que porque fazes stories ou comentas imenso ou partilhas o cont...

Das amizades

Sou pessoa de poucos Amigos, com letra grande.   Para mim são as atitudes que contam, as emoções, os sentimentos, o cuidado. Nem tanto a presença física, as festas, os encontros - porque o mundo é grande e a vida acontece.   Dou muito, dou tudo, quando do outro lado noto reciprocidade. Gosto de tentar aquecer o coração de quem aquece o meu.   O que nunca tive muita paciência e cada vez tenho menos, é para continuar amizades quando descubro que, com esta idade, há quem faça jogos, espicace pessoas e use a personalidade para "desculpar"/justificar ligar ou desligar o botão.   Se aos 16 era conhecida por não alimentar dramas, isso posso garantir que continua igual.   Pode doer, pode confundir-me, deixar-me até meia parva. Mas passa. 

Quando BBB já não é barato

Cada vez mais compro roupa em 2.ª mão, ou a lojas de comércio local, nos saldos.   É muito porque sou pelintra, mas também, muito porque vejo com cada montra no shopping, que me faz ver que a moda de há uns 5 anos para cá tem pouco a ver comigo.   Isso e as marcas fast-fashion pedirem €25 por uma camisola, €19 por uma blusa, mais de €60 por um fato... Perderam a noção? Preços de lojas escalão médio, mas sem qualidade ou acabamentos? Jazuz...   Vivam os outlets, a 2.ª mão, a loja de família dos Silva. A vida está cara, mas a moda está mais.

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1998

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Pode parecer de loucos, mas penso muito neste ano, do nada.   Tinha 13 anos, adorava música, passava as tardes de sábado a ver o top+. Foi também por essa altura que me comecei a "entender" com o inglês, descobri o quanto adorava a cultura da Grã-Bertanha, como compreendia o humor e via os países como "meta de evolução".   No meio de tudo na vida tinha mais cor, mais som, mais energia, mais sonhos.   Lembro-me de ser o ano do "escândalo" do George Michael na casa de banho... e de como dei por mim a tentar explicar a colegas que sim, o homem tinha dinheiro para se ir divertir para sítios melhores; mas que o que ele fazia nos tempos livres era com ele, desde que se protegesse e toda a gente que participasse quisesse - entre risos e piscadelas de adolescentes.   Foi o meu ano dos flare-jeans e dos crop-tops - e dos óculos de sol coloridos, e das pulseiras largas... Mesmo que estejam a voltar, no "ciclo da moda"... já dei para esse peditório!  

Sinais de quarentonice

O meu separador no computador do trabalho "tem a rádio sintonizada" na M80.

Conhecem a palavra Diplomacia?

É um dos trabalhos do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Representar-nos diplomaticamente, perante outros países, no bem de todos, na igualdade e proteção.   Não é o que Paulo Rangel está a fazer. E muito menos o Prof. Doutor Marcelo. As declarações do último então e do querridérrimo Primeiro Ministro são inadmissíveis a este nível de representação nacional.   Se fossem os amigos a terem ido com velinhas, pão e água evangelizar o povo de Gaza já se estava a ver outro tipo de abordagem cheia de energia.   Uma deputada nacional está envolvida e tudo o que vejo é minimização da própria e da finalidade (total) da flotilha.   Uma vergonha.  

Bem-vindo Outubro

Mês novo e tal.   Mas deixemo-nos de coisas: como é que sei por ela?   Esta noite acordei a meio da noite com frio. É o que é.   Venha de lá o pijama de meia estação.