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A mostrar mensagens de agosto, 2025

Dos dias

Há tantos dias, tantos pequenos momentos em que gostaria que a escrita fosse telepática.   Ha dias em que leio uma passagem dum livro, vejo uma notícia (ando carcomida com o governo), vejo uma qualquer coisa nas redes... e imagino, "leio-me" o texto que gostaria de escrever aqui.   Para partilhar, para me recordar.

Uma mão cheia

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5 anos sem ti. Uma mão cheia de vazio, prelúdio do resto da vida a viver sem ti. Sabes? Há dias em que parece que o dia em que foste descansar (merecidamente) foi noutra vida minha - e foi! Tem dias que parece que foi ontem. Tem dias em que, mesmo tendo já aceite praticamente tudo sobre o teres-me sido levada; sinto que, a qualquer momento te vou voltar a ver.   Os teus meninos estão cada vez mais parecidos contigo. Grandes, lindos, saudáveis. A fazer o melhor para continuar sem ti, mas sempre com uma sombra de saudade no olhar.   O nosso menino está um homem. Que pensa, que planeia, que sente, que falha, mas aprende. E a tua menina? Tão "2ª filha" quanto eu (gargalhada maléfica), tão perspicaz para tudo quanto é detalhe e sentimento. Sei que estás muito orgulhosa, aí em cima.   Já fiz as pazes com a tua campa, já não me "recuso" a ir lá; mas, os grandes momentos de conversa entre mim e o teu espírito, continuam a ser na cozinha.   Este ano bateu-me uma saudade dos ...

Paixão deste verão

Conheci a marca SVR (dermocosmética francesa) graças à consulta que fiz em Janeiro para cuidar/recuperar a pele do meu rosto. Fiquei fã. Entretanto... o meu protetor solar do ano passado foi para o lixo... e o Continente tinha os solares desta marca em promoção: apaixonei. A bruma protetora 50+ é leve, fresca, absorve rápido, rende (estamos 3 pessoas a usar e nem a meio vai), não tem perfume e não é gordurosa. E mais, este ano: escaldões, marcas ou vermelhidões - zero! E ficou por 16€, com acumular em cartão.   Se eu ainda fosse uma blogger pseudo-famosa andava aqui a fazer olhinhos a um patrocínio. - ahahaha!   Mas mesmo sem ele: recomendo!

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Alegrias de leitora

Como estou a ler a bom ritmo, já aumentei o meu objetivo anual no Goodreads, 2 vezes.   Quiçá ultrapasse o nº de livros lidos no ano passado (18, num ano) um dos anos mais frutíferos dos últimos 7 anos.   Vou em 15 e estamos em Agosto. (E aproveitei o verão para ler o 1º livro em inglês do ano)

Alguém me explica? #2

Aquele pessoal que vai a casamentos e faz stories a dizer "casámos a Y e o Z!", todos contentes.   Vamos lá ver: quem os casou foi o padre ou a pessoa do cartório (saudades, not, da Dr.ª Branca). E quem casou foram os próprios dos noivos. Voces foram convidados, foram ver e celebrar (esperemos, com gosto) e a seguir vão comer e beber.   Menos, muito menos, 'tá?

5 anos de luto

É voltar a vestir "cor" sem pensar. Ir aos saldos e escolher peças com cores vivas, porque são bonitas, necessárias e baratas.   Tirar do saco para lavar, antes de usar, (hábitos que ficaram da pandemia?) e pensar, mesmo assim: "amarelo, laranja, rosa, não são demais"?   E depois lembrar-me que a minha irmã nunca foi a favor do "preto fechado", porque a saudade não está não roupa, está no coração.

E então, como é que celebraram?

Admito que esta nunca tinha feito.   Celebramos os 13 anos de namoro a fazer... jardinagem. Aproveitámos que está este tempo de ananases e que notámos que algumas das minhas plantas estavam na mudança de estação - mais cedo, devido ao calor - e depois do nosso jantar a dois, em casa, deitámos mãos à obra e tratamos dos vasos da minha prateleira. Tenho agora uma vaso lindão na sala, de 3 plantas que cresceram maravilhosamente e passaram para a sala. A minha orquídea este anos secou em julho... então já a tratamos e refrescamos e pode ser que ainda floresça uma 2ª vez, este ano. A minha roseira cresce prá xuxu mas não dá flor... O meu lírio da Paz deu uma flor linda! Mas a minha Monstera não "ata nem desata"... A ver vamos se, quando as temperaturas baixarem, as minhas meninas arrebitam.

13 anos

De arriscar. De sorrir ao conversar. De Coimbra das lições, dos amores dos outros, dos passeios de mão dada. Do beijo roubado. Do não saber o depois, que afinal é o agora.   Vivam os nossos dias 4. Obrigado por fazeres de mim quem sou, Sinhor Inginheiro.