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A mostrar mensagens de março, 2025

O “certo”

Nem sempre fazer o caminho "certo", seguir as indicações, achar que se "me portar bem", os problemas melhoram.   É o caso da medicação para a depressão e ansiedade. A inclusão na minha vida foi natural, já que tenho outras doenças crónicas. Mas mesmo fazendo tudo certinho, Tomas corretas, a horas, fazer higiene de sono... vou na 3.ª alteração de medicação. Estou no fundo desde janeiro. E desta, mesmo com uma ótima consulta, vim de lá sem grandes expectativas.   O "certo" é o quê? Afinal?...

Ai a tecnologia...

Vai uma pessoa a meio do seu 4º livro do ano...   E o widget do Goodreads, ali em baixo, na lateral do blog, a mostrar "tudo a zeros". Viva a tecnologia!   (Sim, uso o Goodreads para não me esquecer do que vou lendo e em que página do livro vou. Deve ser isto a ternura dos 40.)

Às vezes não chega

Estou numa fase depressiva forte, como já não estava desde que comecei a medição.   Fiz consulta de emergência, adaptei as doses. Um mês e uma semana depois... nada. Nada mudou. Não me sinto melhor. Funcionar é um esforço louco.   Amanhã há consulta de seguimento e estou com medo. Só queria ser um urso e hibernar.

Diz que a primavera chegou

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BBB

Bom, "bonito" e barato.   Ou, neste caso, no feminino: a vela Chai, do Lidl. (Sim, de "repente" descobri que gosto de ter velas acesas na cozinha, enquanto cozinho, enquanto janto, enquanto vejo tv...) A chama é alta, bonita, forte. A vela é branca, em copo de vidro transparente, simples. O cheirinho é leve, doce "o suficiente", o perfume perdura na divisão.   Custou-me 3€, ou nem isso. E até o m-R reparou! Recomendo - e não, o "Tio Lidl" não me patrocina...

Lá no frio, no céu cinzento

Hoje fui lembrada que pessoas más, mais do que existirem, são mesmo um obstáculo.   Porque no Mundo não dependemos só de nós, do nosso esforço, da nossa vontade ou capacidade. Tambem "dependemos" da maldade dos outros.   Podia ser daquelas que olharia para esta situação e diria: "Sou tão importante, que os anos passam, sou tão marcante, que a inveja fica, bailando, nos ombro das inimiga."   Mas dói, estou demasiado magoada para isso.   Não consigo. Fica a sensação de tristeza, de injustiça.

Na cozinha

Finalmente fiz um bolo na air-fryer, graças ao presente de Natal da Gabrieeeelaaaa.   Bolo de iogurte natural e limão (do verdadeiro).   Ainda tenho que acertar os tempos - até porque fiz a massa um bocado a olho, na liquidificadora.   Mas o que valeu aqui mesmo foi o sentir que tinha a minha amiga comigo na cozinha.

Mais um sinal de “adultez”

Sonhar que se está a fazer sopa. Nesse sonho aqui a cozinheira faz umas experiências, acrescenta uns legumes novos. E a sopa fica assim espetacular!   Agora... ando a pensar nessa sopa faz dias, mas já não me lembro dos detalhes do sonho.   Será que Freud explica?

Segundo o Instagram

Vi um reels que diz que sou uma "Utilizadora Caseira Premium".   Gosto de estar em casa Gosto que os meus espaços favoritos sejam confortáveis Gosto de fazer o meu pequeno-almoço com calma De planear refeições Tenho uma padaria favorita Uma manteiga favorita Um amaciador de roupa favorito Gosto de tratar das plantas De acender incensos e velas   Quando me perguntam onde preferia estar ou onde me sinto segura digo: casa. Assinei a subscrição "premium" e não vejo mal nenhum nisso - nem me fica mais caro.   #pelintra4ever  

Gisberta

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Dia Internacional da Mulher. E eu, como jovem Portuense, senti muito, chocada, enojada, aterrorizada, a Morte da Gisberta. Passava pelo edifício abandonado que a acolheu, muitos dias, para ir para o meu primeiro emprego - daqueles com salário. Sempre me doeu no coração como para além de mal-tratada, gozada, incompreendida, morreu ao frio, à chuva, só. Quem fala da Gisberta, diz para pensarmos em cor, mas eu só consigo sentir cinzento, de vergonha, por tal ter acontecido às mãos de rapazes pouco mais novos do que eu, na minha cidade. Intolerância é algo que não compreendo. Diferença é algo que eu sou. Talvez por isso tenha dado por mim a pensar tanto na Gis, tantas vezes, nos últimos tempos...    

As minhas fases de leitora

Ora me apaixono por um livro e não o largo. Ora adoro um autor e quero comprar tudo o que é livro escrito por essa pessoa. Ora só me apetece ler biografias, e depois suspense, e depois em inglês. Ora estou a adorar um livro mas a "vida" impede-me de avançar. Ora fico tão desiludida com um livro que demoro semanas a pegar noutro. Se isto não é Amor, não sei o que é.

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