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A mostrar mensagens de novembro, 2024

Um Natal diferentes dos outros...

Porque este ano decidi que não vou comprar nenhum ornamento novo. Faço-o desde que moro sozinha, e depois em Lisboa. Tem enfeites que dão para 5 árvores.... Não me tomem por desinteressada.  Já decidi as cores, o dia para a montar, o chá com que vou acompanahar a tarefa. Só não vou gastar "dinheiro extra".   Isso ficou para as maravilhas que vão para a mesa de Natal e para os presentes bonitos - espero eu que gostem!

T- 1 mês para o Natal

Cerca de metade dos presentes estão tratados. Divirto-me imenso a comprar presentes para as crias das minhas amigas. E para o H. Este ano fui do mais pelintra que consegui - viva os descontos e as últimas unidades e as mudanças de embalagens!   O Tio Lidl foi o local favorito para brinquedos, Puzzles, chocolates e vinhos.   Vamos entrar na fase louca, este ano volto a ser responsável pela consoada e tenho cá os meus pais. Já cá mora a ansiedade pequenina de escolher pratos, entradas, vinhos, decorações. Fazer a árvore...   Nao está a ser um Natal livre, fresco e fofo, mas só quero que corra bem e todos sintam o amor nas lembranças e detalhes que estou a preparar!

Façam terapia, it will be fun, they said

Vou a caminho dos 3 anos de terapia regular.   Começámos a trabalhar (juntas) com o tema do luto. Mas veio o burnout, o diagnóstico, o desemprego.   Vai-se a ver e o luto, o próprio, está agora a ser mais aflorado. E é fascinante ver como aprendo sobre mim, como do outro lado tenho uma companheira de luta. Como mesmo o Anor que não foi perfeito, mas é incondicional (mesmo que sem óculos cor-de-rosa); deixa tantas saudades, tanta falta. E nós mudou tanto, a todos.   As últimas sessões têm sido uma montanha-russa. Emoções, lembranças, confissões, percepções.   Mas, para já, não me vejo sem este momento de auto-cuidado e auto-descoberta, tão cedo.

Volta a “lugares” onde foste feliz!

Um ano depois, voltei a ir a um concerto sozinha.   No ano passado, Marisa Monte. Este ano, a celebração dos 25 anos de carreira do David Fonseca - estou Beilha!   É um desafio que faço a mim mesma: escolher um artista marcante, fazer tudo de transportes, não deixar a ansiedade e a vergonha tomarem conta. Nem deixar a deficiência limitar-me.   Obrigada, David.

O tempo passa...

Por motivos de formação, 20 anos depois voltei a trabalhar com um programa técnico. Quando tinha 20 anos adorava-o, mas não tinha jeitinho nenhum - para a parte criativa e de detalhe da "coisa". 20 anos depois o mundo já descobriu o maravilhoso mundo dos "pré-feitos" e assim fica mais fácil. Por momentos, a minha miúda de 20 anos voltou a existir, e a acreditar que consegue fazer coisas técnicas, difíceis. Que orgulho! 

Dos livros

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Ando a ler este, bem pelintra, comprado em 3ª mão.   Fazemos 360 dias de diferença, sempre brinquei com isso. Ao ler, à parte dos mundos opostos, penso: tanto mundo, tanto tudo, e dás os mesmos traumas a dois seres humanos e as tendências sentimentais vão ser similares. Tanto que sorrio trsitemente ao Amor deste homem pelo irmão, à admiração, ao sentir-se uno, para perceber que amar, às vezes, não chega.   E com este, estou a um livro da minha meta para este ano, a um mês e tal e terminar o ano. Não fui sempre super certinha. Não foram muitos os livros que me surpreenderam. Mas tive momentos, ofertas, conexões com as páginas que li, este ano. E isso, para mim, é o que vale a pena.

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Eu cá é mais sopas!

O que é que uma pessoa há-fe inventar para as refeições, com este tempo? Eu cá só me apetece sopa...

Siblings

Diz a psicóloga que, na realidade, só este ano comecei a fazer-te o luto, Anita. Que, com os problemas todos desde 2020, o meu corpo, a minha mente e o meu coração andaram, até há poucos meses, a viver em modo de fuga, de mínimos, de confusão.   E lá está, a saudade está diferente. A noção de viver sem ti, está diferente. Faltas-me mais, como se isso fosse possível. Custa-me mais, olhar para um mundo sem ti.   Vou percebendo o quanto tudo está diferente à minha volta. Os pais, os miúdos, os sítios. A roupa, a comida. Não me gabando, sinto-me mais humana, mais capaz de olhar, olhos nos olhos, de todos os que me rodeiam. De dizer (ainda mais, dirias tu) o que acho que quem merece/precisa/amo deve ouvir, sob pena de não haver amanhã para dizer. Para partilhar opinião.   Continuas a viver em mim. Continuas a viver em nós. Continuo a não me conseguir recordar da tua voz - ra'is parte teres-te ido embora antes do pessoal desatar a usar o WhatsApp.   Volta e meia sonho contigo e já não ac...