Há uma trend de que gosto...

Há uma corrente (sem ofensa para uqem a segue, o termo não tem intenções de ser negativo) que agora começa a ganhar expressão nos blogues e da qual eu gosto muito: o minimalismo!


Sigo e leio, com muito gosto e atenção, 3 blogues sobre o assunto, com os testemunhos reais, a adaptação à nova vida, as pequenas conquistas.


E dou por mim a sonhar, a tentar encontrar em mim tanto foco, tanta confiança e coragem. E à-vontade!


 


Mas acho que ainda não estou "lá"... com pena minha, ainda não me vejo regrada ao ponto de tanto foco e fluidez material e mental.


Mas que fico inspirada?


Fico!



 

Comentários

  1. Também ando inspirada no minimalismo, mas confesso que me falta um longo percurso até conseguir ter um quarto com uma cama e uma cadeira.
    Do que já li do minimalismo a questão não é aprender a viver com pouca coisa, mas com apenas aquilo que efetivamente precisamos. E se há pessoas a quem basta uma cama e uma cadeira no quarto, eu não tenho de ser igual. Até aqui tudo bem.
    Mas agora que estou numa fase de reorganizar, mobilar e decorar uma divisão do T2, vejo-me com o dilema do precisar de soluções de arrumação mas apenas para o que é essencial... o que implica rever muita tralha acumulada, repensar o que é preciso e como posso manter organizado e arrumado. A par deste drama, o drama de eu e o homem não nos entendermos na decoração. Eu sou pelo prático, pelo versátil, pelo minimamente necessário. Ele é pelas mobílias completas, todas iguais, pelo atafulhar de gavetas e armários de tanta tralha que eu, em desespero de causa, só me apetece pegar numa lata de gasolina e numa caixa de fósforos. Isto dava tema para um post. Oh se dava.

    ResponderEliminar
  2. Maria Mocha26/01/17, 15:04

    Também admiro, mas estou longe desse patamar.

    ResponderEliminar
  3. É isso que eu quero dizer: o foco no destriçar o efetivamente necessário. Sem entrar em nostalgias ou vontade de deitar tudo fora (8 ou 80...)
    Fiz um pouco isso quando mudamos para a casa nova. Com a vantagem desta ser nossa e fazer o que me dá na gana.
    Os móveis que temos e os que estamos a poupar para ter não poderiam ser mais simples...
    Mas caraças... é o atafulhanço "total" que esses blogues mostram conseguir trabalhar, que ainda me falta um "bocadinho assim"...

    ResponderEliminar
  4. Acho que o melhor caminho é focarmo-nos no que nós precisamos e não precisamos. Há quem ganhe coragem e se desfaça dos livros para não ter estantes carregadas em casa. Eu sou incapaz disso. E adoro estantes carregadas de livros. 
    Estou a encarar isto do minimalismo como uma forma de viver mais simples, sim, mas que vá ao encontro das minhas necessidades e gostos. Por exemplo, não tenho nenhum serviço de louça xpto, com 24 pratos disto e outros 24 daquilo, daqueles serviços que se usam uma vez ao ano, ou nem isso. Não preciso, não tenho. No fundo é estender isto a outras coisas que acumulam lá por casa e perceber o que é dispensável e necessário. 

    ResponderEliminar
  5. Ai meus ricos livrinhos! :x


    Sim, eu estou "fascinada" com o lado simplista mental e psicológico, com a sensação de leveza que me advém da leitura.
    Claro que estes processos devem ser pessoais e nunca fundamentalistas - sabes que para fundamentalismos eu não dou! :p

    ResponderEliminar
  6. Não consigo, nem quero.
    Adoro detalhes, seria infeliz sem eles.

    ResponderEliminar
  7. É uma daquelas "modas" que é preciso olhar para ela com cuidado, porque a mudança tem mesmo que vir "de dentro". Tirar a tralha não essencial de casa e ter uma decoração minimalista é o mínimo, o maior desafio é mesmo cultivar um mindset minimalista (se não, a casa volta a encher rapidamente :D). É um bocado como as dietas he he he

    ResponderEliminar
  8. Pelo que tenho estudado, não tens que abdicar deles, tens que te centrar nos relevantes para ti :)

    ResponderEliminar
  9. É mesmo essa parte "mental/psicológica" fluída e centrada que me deixa "caídinha" :)

    ResponderEliminar
  10. São tantos que deixaria de ser minimalista :)

    ResponderEliminar
  11. Lá está, extremismos para mim não.


    Em tudo o que leio, procuro os pontos de que a Pandora fala, mas fico maioritariamente fascinada com a capacidade de fluidez mental e psicológica, o foco...


    Aaai quero ler esse post! :)


    Beijinho,

    ResponderEliminar
  12. Se calhar, tens razão! :p

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Aaah a alegria de ter doenças crónicas

Em tecido