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Ódios de leitora #4

Ver avaliações a livros por pessoas que conheço (com quem estudei e a quem recolhe o inteligência) muito ofendidas com erros e gralhas em traduções - de livros de não ficção.. Mas depois lêem leitores da moda e livros em voga e não dizem nada sobre os roteiros vagos, as estórias repetidas/“copiadas” ou a construção frásica (chamemos-lhe) “manhosa” de traduções de livros de young-adult.

Eu sem ti… 🎶

 Quem seria eu sem os meus gatos? Sem o Snape, meu companheirão, gato da minha vida, respirar do meu respirar? Motor ronronante e resmungão, muitos dias razão do meu viver. Pêto que nunca é void. Sem o Freddie, gato-humano, com humores, e medos, e sentimentos. Lindo como só ele. O gato que me faz parar do nada, a passar no corredor, e me faz derreter de tanta fofura. E fazer festinhas e miminhos e falar com voz de bebé. Sem o Kiwi, sobrinho-gato, bola de energia, “gato de revista”. Com o miar mais fino, a paixão por água e pelo m-R. O gato que não me arrependo de ter trazido para casa, num segundo. De pelo sedoso, que faz companhia, que ronrona inesperadamente. Podia ser muita coisa, mas sei que sou mais completa com os meus bixanos.

Traumas geracionais

 Muito se fala nas internets de fazer terapia para “quebrar traumas geracionais”. O que não contam é que podemos trabalhar em nós, perceber os padrões, fazer a nossa parte, mas se os traumas são causados por externos, também dependerá deles poder comunicar e ultrapassar. Ninguém fala, nas internets, de quando isso não é possível. A revolta que fica, a frustração. A sensação de “trabalho vazio”. Ficarei para sempre a perguntar-me se poderia ter sido diferente. Se eu e a minha irmã tivéssemos podido trabalhar juntas, se conseguiríamos resultados diferentes com os nossos pais. Trabalhar e viver sozinha, na luta… é uma merda.

Arte #1

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Parabéns!

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 Os outros dizem que o Céu está em festa. Eu digo que nós, os teus, celebraremos, para sempre, o teu dia. Farias 46 anos. Gosto de pensar que regressaríamos à tradição da Torta de Noz, da “tua” mousse, agora que a voltei a fazer. Daqui, acendo uma vela, imagino que sentes o abracinho e os beijinhos “ratolas” que só te dou a ti e aos miúdos. Sorrio ao imaginar o teu desconforto físico (confortável). Percebo agora que a tua linguagem de amor comigo era Atos de Serviço, enquanto a minha contigo era Toque. Engraçado como Toque enquanto Amor só é teu e do H. Deve ser do Amor que é tão grande que não cabe no meu corpo, mais pequenino do que os vossos. Que hoje brilhes ainda mais aí em cima, no nosso Céu de Madrid. Não és esquecida. E és sempre amada. Parabéns Anita. Tenho saudades tuas.

Direito de preferência

 Tenho vários livros que gostaria de vender, por valores simbólicos. Alguns recentes, da “moda”. Que li o ano passado, que já fizeram o seu “trabalho” na minha casa, e que agora procuram casa nova. Teriam interesse em que partilhasse aqui? (Não vendo na Vinted, dado todas as polémicas e falcatruas que por lá andam)

Que continue a ser um filme

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 Uma destas noites adormeci a ver um filme que adoro: “V for Vendetta”. Que me lembra que o povo tem poder, que, “no escuro há mentes brilhantes”, que o passado volta sempre para nos assombrar. Hugo Weaving é magistral - como sempre. A minha Londres é magnética, mesmo distópica. Adormeci a pensar que o passado se aproxima a passos largos. Mas sempre crente do poder dos membros da Resistência.

O estranho Mundo do LinkedIn

 Não vou falar sobre o pessoal que faz formações à velocidade da Luz, nem à loucura da IA. Isso já é batido e não é novo para ninguém. Vou falar de um nicho: o pessoal que (agora) quando anuncia um "novo desafio" ou uma "nova posição" cita... o Cardeal Tolentino de Mendonça. Já li muita coisa... mas, numa semana foram 3 pessoas diferentes, sem relação, de sectores diferentes... a citar o Cardeal. Relativamente a um emprego novo? O que é que me está a falhar aqui?